segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Reaproveitamento de pneus ajuda a diminuir foco do mosquito da dengue no Recife

O Brasil produz cerca de 67 milhões de pneus por ano. O descarte de forma errada é uma ameaça para o meio ambiente.


Uma ideia desenvolvida no Recife está ajudando a diminuir a proliferação do mosquito da dengue. E com um benefício enorme para o meio-ambiente.
Montanhas de pneus velhos lotam o galpão da coleta seletiva do Recife. Todos dias três caminhões chegam abarrotados. Eles passam de bairro em bairro recolhendo a moradia preferida do mosquito da dengue.
“Ele é o berçário ideal para o mosquito da dengue. Ele dá sombra e a água, então isso aqui é tudo o que o mosquito da dengue quer para se proliferar”, diz Otoniel Freire Barro, gerente de saúde ambiental.
O Brasil produz cerca de 67 milhões de pneus por ano. O descarte de forma errada é uma ameaça para o meio ambiente.
Transformar lixo e problema em matéria-prima e lucro. A tecnologia tem sido uma aliada importante pra vencer este desafio. E o melhor, é que do pneu tudo se aproveita. Em uma empresa no Recife, 100% dos velhos pneus viram novos produtos.
A tecnologia foi adaptada por uma organização ambientalista. Os pneus são cortados e colocados em caldeiras a 400 graus de temperatura. Derretidos 200 pneus dão origem a 250 litros de óleo, 300 quilos de carvão mineral, 150 quilos de aço e geram outro produto que não dá pra ver: o gás que é usado para alimentar as caldeiras.
O carvão e o óleo voltam para as indústrias como combustível. O aço é aproveitado pelas metalúrgicas.
O pneu triturado é usado na produção do asfalto de borracha. O caminhão ecológico percorre as ruas do Recife tapando buracos. A primeira camada é de brita. Depois, uma mistura com asfalto e, por último, a camada com os grãozinhos de pneus.
Os testes indicam que o asfalto de borracha pode durar entre três e cinco anos. E de buraco em buraco, segundo a empresa, cada caminhão ecológico vai retirando da natureza 21 mil pneus por ano.


http://g1.globo.com

JN no Ar decola rumo a Porto Seguro

A reportagem vai falar de um litígio que se arrasta há mais de dez anos na aldeia mais antiga dos pataxós: a Barra Velha. Lá, cerca de mil pessoas da comunidade indígena ocupam 8,6 mil hectares. E eles querem ampliar a reserva para 52 mil hectates.

Nós vamos decolar para Porto Seguro e vamos até a região dos índios que viram a chegada de Cabral. Na verdade, os índios que testemunharam a descoberta do Brasil eram os tupiniquins, que não existem mais, foram extintos.
Nas terras que eles ocupavam, hoje vivem os pataxós, também presentes em outras regiões do sul e extremo sul da Bahia.
Vamos falar de um litígio que se arrasta há mais de dez anos na aldeia mais antiga dos pataxós: a Barra Velha. Lá, cerca de mil pessoas da comunidade indígena ocupam 8,6 mil hectares. E eles querem ampliar a reserva para 52 mil hectates, seis vezes e meia maior.

Na região há mais de cem propriedades rurais, assentamentos de reforma agrária e o Parque Nacional do Monte Pascoal, uma das últimas áreas de Mata Atlântica em bom estado de conservação no litoral baiano.

O Jornal Nacional vai falar dessa discussão nesta terça-feira (20), com o apoio da Rede Bahia, afiliada da Rede Globo.


http://g1.globo.com

CONVITE





Dias 21 e 23 de setembro (quarta e sexta próximas), no Centro de Cultura Adonias Filhos, em Itabuna, haverá o lançamento do filme “Doce e Amargo”, às 20 horas. Venha e traga os amigos. A entrada é gratuita.
“Doce e Amargo” foi escrito e dirigido por Fernando Caldas e tem no elenco Aldo Bastos, Ramon Vane, Evaldo Batista, Marcelo Lobo, Sônia Amorim, Yára Lima, Marquinhos Nô, Fátima Lopes, Walmir do Carmo, além da participação especial de Carlos Ngão. “Doce e Amargo” é o primeiro longa-metragem produzido na região sulbaiana.
 Doce e Amargo, dias 21 e 23 de setembro, 20 horas, Centro de Cultura Adonias Filhos, Entrada franca.




Comissão sobre agentes de saúde ouve ministérios do Planejamento e da Saúde


A comissão especial que analisa a definição de um piso salarial nacional para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias realizará reunião nesta quarta-feira (21) para discutir a proposta com representantes dos ministérios do Planejamento, da Saúde e da Casa Civil. Também foram convidados representantes da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (Conacs). A reunião será realizada às 9 horas, no auditório Nereu Ramos.
A comissão especial foi criada para avaliar o Projeto de Lei 7495/06, do Senado, que regulamenta as atividades dos agentes e cria cargos na Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Diversas outras propostas tramitam em conjunto, como o PL 6111/09, que define o piso nacional da categoria em R$ 930 mensais para profissionais com formação em nível médio.
A Emenda Constitucional 63, de fevereiro de 2010, estabelece que uma lei federal definirá o regime jurídico, o piso salarial nacional, as diretrizes para os planos de carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. Segundo essa emenda, caberá à União prestar assistência financeira complementar aos estados e aos municípios para o cumprimento do piso salarial.

O debate foi proposto pelos deputados Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e Romero Rodrigues (PSDB-PB).
Seminários estaduaisNesta terça-feira (20), a comissão vai avaliar os resultados dos seminários que realizou em diversos estados. A reunião será realizada às 14 horas, no Plenário 16.

Íntegra da proposta:

AS IMPORTÂNCIAS DAS VACINAS


As vacinas são um recurso valioso para a saúde em todas as idades. Elas ajudam a amenizar ou mesmo evitar diversas doenças.
Atualmente, existem 4 tipos de vacinas: (1) vacina de vírus vivos atenuados (exemplo: vacina contra catapora e MMR); (2) vacina de vírus ou bactérias inativados; (3) vacinas contendo toxinas produzidas pela bactéria: as vacinas contra tétano e difteria são vacinas de toxinas; e (4) vacinas biossintéticas (exemplo: vacina contra HIB).
A maioria das vacinas deve ser aplicada antes do bebê completar o segundo ano de vida. Como surgem novas vacinas a cada dia, o ideal é acompanhar as campanhas e conversar com o pediatra sobre o calendário de vacinação.
Em todo caso, a tabela abaixo oferece uma boa visão geral das vacinas mais comuns na infância:
Recém nascido
  • 1ª dose da vacina BCG
  • 1ª dose da vacina contra Hepatite B
 1 mês
  • 2ª dose da vacina contra Hepatite B
 2 meses
  • 1ª dose da vacina contra Poliomielite (“Gotinha”)
  • 1ª dose da vacina Tríplice DPT (contra difteria, tétano e coqueluche)
  • 1ª dose da vacina contra Hemófilo
 4 meses
  • 2ª dose da vacina contra Poliomielite
  • 2ª dose da vacina Tríplice DPT
  • 2ª dose da vacina contra Hemófilo
 6 meses
  • 3ª dose da vacina contra Poliomielite
  • 3ª dose da vacina Tríplice DPT
  • 3ª dose da vacina contra Hemófilo
  • 3ª dose de vacina contra Hepatite B
 12 meses
  • Dose única da vacina contra catapora
  • 1ª dose da vacina contra Hepatite A
 13 meses
  • 2ª dose da vacina contra Hepatite A
 15 meses
  • 1ª dose da vacina MMR (tríplice viral contra sarampo, rubéola e caxumba)
 18 meses
  • Dose de reforço da vacina Tríplice DPT
  • Dose de reforço da vacina contra Poliomielite
  • 3ª dose da vacina contra Hepatite A
 3 a 6 anos
  • Dose de reforço da vacina Tríplice DPT
  • Dose de reforço da vacina MMR (entre 4-6 anos)
  • Dose de reforço da vacina contra Poliomielite
 6 anos
  • Dose de reforço da BCG
 10 a 12 anos
  • Dose de reforço da vacina MMR
Os esquemas de imunização podem variar de acordo com situações especiais. Por exemplo, crianças com asma, fibrose cística, anemia falciforme, HIV ou diabetes devem ser vacinadas contra gripe anualmente – ainda que a vacina contra gripe não faça parte do calendário vacinal da infância.
Vacinas contra Hepatite A costumam ser indicadas para crianças que viajam ao exterior e para os membros de uma família ou creche onde haja pessoas infectadas. E daí em diante.
Descubra agora um pouco mais sobre estas e outras vacinas:
A Gotinha
A “gotinha” é a forma oral da vacina contra Poliomielite. A Poliomielite, também chamada Pólio, é uma doença viral gravíssima capaz de deixar seqüelas incapacitantes ou mesmo causar a morte da criança.
A vacina oral para Pólio em geral é administrada aos 2 meses, 4 meses, 6 meses e 4 anos de idade. A proteção é superior a 90%.
Se o bebê fez muita pirraça na hora, cuspiu ou vomitou e você não tem certeza se ele engoliu direitinho a vacina, insista para que ele receba uma nova dose.
BCG
A BCG é a vacina que evita a Tuberculose. Ela possui uma eficácia protetora superior a 80%. O Ministério da Saúde no Brasil recomenda que a primeira dose de BCG seja aplicada a partir do primeiro mês de vida ou durante o primeiro ano de vida. A dose de reforço é administrada após os 10 anos de idade.
Na maioria das pessoas, a vacina deixa uma pequena cicatriz plana no local da aplicação.
Vacina Tríplice DPT
A vacina tríplice DPT protege o bebê contra Difteria, Tétano e Coqueluche (também chamada Pertussis).
A Difteria é uma doença respiratória que pode causar problemas pulmonares graves, insuficiência cardíaca, paralisia e até mesmo morte.  O Tétano também é uma doença grave e quase sempre letal.  A Coqueluche caracteriza-se por acessos de tosse violentos que podem se repetir por várias semanas. A doença pode evoluir para pneumonia, convulsões e até mesmo morte
O esquema da tríplice DPT consiste em 5 aplicações, que em geral são feitas aos 2 meses, 4 meses, 6 meses, 15 meses e 4 anos de idade. Esta vacina costuma causar efeitos colaterais leves, tais como febre, perda do apetite, fraqueza, vermelhidão e dor no local da injeção. Boa parte destes efeitos decorrem do componente Pertussis da vacina. Felizmente, complicações mais graves são raras e algumas crianças não sofrem qualquer efeito colateral.
A aplicação da vacina DPT pode ser adiada se a criança estiver muito doente (atenção: resfriados e gripes não impedem a criança de ser vacinada) e naquelas com epilepsia ou outros transtornos convulsivos (estes casos, indica-se uma dose da vacina sem o componente Pertussis).
A vacina DPT também deve ser adiada se, 2-7 dias após a aplicação anterior da vacina, a criança tiver apresentado convulsões, reações alérgicas, dificuldade para respirar ou febre acima de 40 graus.
Vacina MMR
A vacina tipo MMR protege o bebê contra três doenças causadas por vírus: Sarampo (do inglês measles), Caxumba (do inglês mumps) e Rubéola. A proteção é superior a 90% e, no caso da Caxumba e da Robéola dura toda a vida. A proteção contra Sarampo dura 10-15 anos.
O Sarampo pode resultar em infecções de ouvido, pneumonia e morte. A Caxumba se caracteriza por febre, dores de cabeça e aumento do tamanho das glândulas parótidas, localizadas do lado do rosto, próximas aos ouvidos. A caxumba é uma doença potencialmente fatal. Em meninos e homens, ela pode afetar os testículos e resultar em infertilidade.
Finalmente, a importância da vacinação contra Rubéola está na proteção da geração seguinte, uma vez que, em mulheres grávidas, a rubéola pode causar defeitos congênitos graves ou mesmo a morte do bebê.
As aplicações de MMR são feitas em duas doses: a primeira aos 12-15 meses, e a segunda entre os 4-6 anos de idade. Os principais efeitos colaterais da vacina incluem febre, erupções na pele (exantemas) e dores articulares. A erupção na pele em geral desaparece sozinha.
As aplicações de MMR podem ser adiadas nas seguintes situações:
  1. Se a criança estiver muito doente. Atenção: resfriados e gripes não impedem a criança de ser vacinada.
  2. A vacina não deve ser aplicada em crianças com alergia a ovos, gelatina ou neomicina (um antibiótico bastante comum).
  3. Também não deve ser aplicada em crianças que receberam gama-globulina nos últimos 3 meses e naquelas com problemas imunológicos relacionados a câncer, leucemia  ou linfoma.
  4. Crianças em uso de prednisona, corticosteróides, drogas imunossupressoras, quimioterapia ou radioterapia também não devem tomar MMR. 
Vacina Contra Hemófilo (HIB)
A bactéria Haemophilus influenzae tipo B (HIB) pode causar pneumonia, meningite, edema na garganta, infecção no ouvido e outras infecções sérias. Todos estes distúrbios são mais comuns em crianças com menos de 5 anos de idade.
As vacinas contra HIB devem ser administradas aos 2 meses, 4 meses e 6 meses de idade. Uma dose de reforço deve ser dada entre os 12 e 15 meses. Em geral, os efeitos colaterais são pequenos, tais como vermelhidão e dor no local da vacina.
A aplicação da vacina HIB pode ser adiada caso a criança se encontre muito doente ou tenha apresentado reações alérgicas à mesma vacina em aplicações anteriores.
Vacina contra Hepatite B
A Hepatite B é uma doença viral que pode provocar insuficiência hepática, doença hepática crônica, cirrose ou mesmo câncer de fígado. A vacina contra hepatite B surgiu em 1982 e oferece uma proteção de 85-95% por cerca de 7-9 anos.
O esquema vacinal consiste em 3 doses: a primeira pode ser dada logo após o nascimento. Se a mãe for portadora do vírus da hepatite B, a vacina deve ser administrada ainda nas primeiras 12h de vida. Se a mãe não for portadora do vírus, a primeira dose pode ser administrada na primeira visita ao pediatra. A segunda dose é dada 1-2 meses após a primeira, e a terceira dose é dada 6 meses depois.
A vacina contra Hepatite B pode ser administrada durante as campanhas de imunização, junto com outras vacinas. Os Efeitos colaterais são raros. Algumas crianças podem apresentar febre baixa, vermelhidão e inchaço no local da vacina. As contraindicações para vacina contra Hepatite B são as mesmas citadas para vacina contra hemófilo. 
Vacina contra Pneumococos
A vacina pneumocócica conjugada protege contra infecções causadas por uma bactéria chamada pneumococcus. Os Pneumococos podem causar pneumonia, meningite e infecções de ouvido. A proteção dura cerca de 3 anos e o esquema vacinal consiste em 4 doses, dadas aos 2 meses, 4 meses, 6 meses e entre os 12-15 meses de idade. Após a aplicação, febre, vermelhidão, dor e inchaço no local da vacina são comuns.
A vacina antipneumocócica conjugada está indicada para crianças entre 2-5 anos de idade que sejam portadoras de anemia falciforme, HIV/AIDS, diabetes ou câncer.  
Crianças com problemas no baço ou que tiveram o baço retirado cirurgicamente, e aquelas em uso de corticóides ou quimioterapia também devem receber doses de reforço da vacina.
As contraindicações para vacina antipneumocócica são as mesmas citadas para vacina contra hemófilo.
Vacina contra Catapora
A vacina contra catapora deve ser administrada entre os 12 e 18 meses de idade. Crianças mais velhas que ainda não tiveram catapora também podem ser vacinadas.
Reações graves são extremamente raras. Vermelhidão e dor no local da vacina são as reações comuns. Febre, fadiga e erupções na pele (parecendo catapora) também podem ocorrer. A erupção pode surgir até 1 mês após a injeção, dura alguns dias e desaparece sozinha, sem necessidade de qualquer tratamento.
A vacina contra catapora pode ser adiada caso a criança se encontre muito doente; apresente alergia a gelatina ou ao antibiótico neomicina; possua problemas imunológicos relacionados ao câncer, leucemia ou linfoma; estiver tomando prednisona, corticosteróides, drogas imunossupressoras, sob quimioterapia ou radioterapia; ou tiver recebido gama-globulina nos últimos 3 meses.
Referências:
  1. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde – diretrizes diversas.

  2. MayoClinic.com. http://www.mayoclinic.com/print/vaccines/CC00014/METHOD=print

  3. National Institute of Allergy and Infectious Diseases. http://www3.niaid.nih.gov/topics/vaccines/understanding/

  4. U.S. Food and Drug Admnistration. http://www.fda.gov/consumer/updates/kidsvaccines073107.html

Diabetes na gravidez pode afetar desenvolvimento da linguagem da criança


12 de novembro de 2008 (Bibliomed). Crianças nascidas de mulheres que tiveram diabetes durante a gestação têm duas vezes maior risco de ter problemas no desenvolvimento da linguagem, segundo estudo da Universidade de Laval, no Canadá.
Os pesquisadores compararam, em diferentes ocasiões, o vocabulário e as habilidades gramaticais de 221 crianças cujas mães tiveram diabetes gestacional com as habilidades de mais de 2,6 mil crianças do grupo controle no intervalo entre 18 meses e sete anos de idade.
Os resultados indicaram que aquelas cujas mães tiveram diabetes alcançaram menores pontuações em testes orais de vocabulário e gramática do que os filhos de mulheres saudáveis. Segundo os autores, o diabetes gestacional poderia afetar o desenvolvimento cerebral dos bebês. E esses efeitos persistiriam mesmo depois de as crianças entrarem na escola.
Apesar de os efeitos encontrados do diabetes serem independentes de fatores como o status socioeconômico, o consumo de álcool e tabaco e a hipertensão materna na gravidez, eles não seriam inevitáveis, pois esses efeitos eram menores em crianças de mães de maior escolaridade. “Essa proteção pode ser resultado de um ambiente mais estimulante no qual as crianças de mães mais escolarizadas se desenvolvem, mas poderia também ser por causa de genes que deixariam alguns bebês menos vulneráveis”, explicaram os autores.
Entre 2% e 14% das crianças nascem de mães que sofrem de diabetes gestacional, cujos fatores de risco incluem idade materna e índice de massa corporal. E, segundo os pesquisadores, o estudo indica que o desenvolvimento da linguagem nessas crianças deve ser acompanhado cuidadosamente.

Problemas do PSF são discutidos

A falta de médicos e a redução das equipes são consideradas principais empecilhos à execução do Programa no Ceará.


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Mirian Sobreira denunciou que profissionais são pagos com recursos do PSF para dar plantão em hospitais
MARÍLIA CAMELO
Falta de médicos e diminuição no número de equipes. Esses são alguns dos problemas enfrentados pelo Programa Saúde na Família (PSF) no Interior do Ceará, conforme apontaram os parlamentares na Assembleia Legislativa. O assunto foi levado à tribuna da Casa na última quinta-feira, pelo deputado Lucílvio Girão (PMDB).

O parlamentar disse que a falta de médicos é patente e responsabilizou as Prefeituras pelo problema, por não oferecerem salários que incentivem os profissionais a trabalharem no Interior.

Conforme Lucílvio Girão, os municípios de Acaraú e Maranguape deveriam contar com 21 equipes de PSF, mas dispõem de apenas cinco e dez, respectivamente. Apesar das equipes reduzidas, o deputado assevera que Prefeituras recebem o repasse referente aos 21 grupos do PSF. "Para onde está indo esse dinheiro?", questionou.

Caso um município ou distrito passe mais de 90 dias sem cobertura do PSF, informa Lucílvio, o Ministério da Saúde corta o repasse. Para burlar essa norma, o parlamentar conta que são feitos rodízios das equipes do PSF entre vários municípios. Na avaliação do peemedebista, a situação poderia ser revertida, elevando o salário desses profissionais, que recebem em torno de R$ 6 mil, para garantir médicos nas equipes. Lucílvio disse, ainda que o PSF é imprescindível por tratar da saúde básica.

Desfalque

De acordo com Mirian Sobreira (PSB), em algumas cidades, a Prefeitura paga os médicos do PSF com o recurso do Ministério da Saúde, mas os coloca nos plantões dos hospitais. Além dessas Prefeituras lucrarem em cima do Programa, desfalcam as equipes do PSF, fazendo com que os enfermeiros assumam o lugar dos médicos. Para a deputada, uma solução seria fiscalizar o funcionamento das equipes espalhadas no Interior.

O deputado Leonardo Pinheiro (PR) defendeu que deveria ser obrigado aos médicos recém-formados passar por um período na saúde básica, o que, na sua opinião, garantiria profissional para esse setor da saúde. "Hoje existe um leilão dos médicos no Interior. Um médico está numa cidade e de repente outra oferece um salário maior. Tem que existir concurso para segurar os médico nos municípios", ponderou.



fonte: Diário do Nordeste

domingo, 18 de setembro de 2011

Radar Notícias - Comerciantes e mototaxistas param o centro de Buerarema

Radar Notícias - Comerciantes e mototaxistas param o centro de Buerarema

Agentes comunitários de saúde têm novo fardamento

A Secretaria Municipal de Saúde de Nossa Senhora do Socorro entregou desde o dia primeiro de setembro novos fardamentos para os agentes comunitários de saúde do município. A entrega ocorreu até a última quarta-feira, 14, no auditório da secretaria. Foi feito um cronograma por unidade de saúde.

A coordenadora da Atenção Básica, Eliene Cristine, falou da importância de estar renovando o fardamento. “A gestão do prefeito Fábio Henrique e do secretário de Saúde Saulo Eloy Filho valoriza muito o trabalho do agente comunitário de Socorro, já que eles vivenciam e acompanham as famílias de nosso município”, informou.

“Todos os anos a prefeitura faz a entrega de novos fardamentos e ainda este ano vamos entregar balanças para a pesagem das crianças. Durante esse período eles receberam um kit com camisa, calça, boné e bolsa”, concluiu Eliene.















http://www.ansocorro.se.gov.br

O Sindicato dos Bancários de Itabuna realizou nesta terça-feira (13), o lançamento da cartilha “Os Bancos e Você”, um guia explicativo, elaboradopelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que tem como objetivo ensinar aos clientes e usuários, consumidores dos serviços das instituições financeiras a se defenderem dos abusos praticados pelos bancos.
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O ato de lançamento ocorreu no auditório Luis Sena do Sindicato dos Bancários e contou com a participação do diretor do Procon Municipal, Sidenilton Pereira, do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB),subseção de Itabuna, Dr. Andirlei Nascimento e de representantes da Associação dos Moradores do Pontalzinho, Associação de Defesa do Consumidor de Itabuna (Adcon), sindicatos dos Comerciários, Construção Civil, Agentes de Saúde e de Combates às Endemias (Sindiacs) e Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe.

“Na verdade com o lançamento desta cartilha estamos avisando aos clientes e usuários dos serviços bancários que eles enquanto consumidores daqueles serviços têm direitos e que os bancos precisam cumprir o Código de Defesa do Consumidor Bancário” afirma Jorge Barbosa, presidente do Sindicato.

Na oportunidade, o Sindicato forneceu uma boa quantidade de cartilhas para que o Procon exponha o material no stand no Shopping Jequitibá, onde aquele órgão está fazendo um trabalho de conscientização dos consumidores em comemoração aos 21 anos da entidade com distribuição de dois folders, o Guia do Consumidor e Cuidados que o Consumidor deve ter ao adquirir um alimento, além de estar distribuindo gratuitamente à população o livreto: Código de Proteção e Defesa do Consumidor.

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