terça-feira, 27 de março de 2012

Casos de dengue no Estado do Rio já passam de 31 mil em 2012

Mosquito da dengue

O número de notificações de casos de dengue no Estado do Rio, desde o início do ano, chegou ao 31.597. O dado foi divulgado nesta terça-feira pela Secretaria de Estado de Saúde. O maior número de registros está concentrado no município do Rio de Janeiro, com 21.305 casos suspeitos. A secretaria também confirmou duas mortes em consequência da doença.


A dengue tipo 4, que chegou este ano ao Estado, já é encontrada em nove cidades: Belford Roxo, Japeri, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, São Gonçalo e São João de Meriti.

Segundo amostragem dos casos na cidade do Rio, a dengue tipo 4 corresponde a 77,8% do total investigado. Em segundo lugar, aparece o tipo 1, com 21,6%. O tipo 3 foi verificado em 0,6% das amostras e o tipo 2 não apareceu.

Na capital, os casos de dengue se concentram nas zonas norte e oeste, especialmente nos bairros de Madureira, Bangu, Realengo e Campo Grande. Em números absolutos, desde janeiro, Madureira e adjacências registraram 5.597 casos, seguidos por Campo Grande, com 4.098, Bangu e Realengo, 3.173, e Méier e adjacências, com 1.907 casos.

Os sintomas da dengue são febre alta, acima de 38°C, dores no corpo, especialmente nas juntas, e dor de cabeça, principalmente atrás dos olhos. Pessoas com esses sinais precisam ser levados imediatamente para um hospital ou posto de saúde e devem ingerir bastante água.



















Saúde lança campanha contra a tuberculose

Saúde lança campanha publicitária de enfrentamento à doença

Alertar a população sobre os sintomas da doença e o tratamento gratuito oferecido no SUS são temas explorados nas peças.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lança, nesta segunda-feira (26), campanha para alertar, mobilizar a população e dar visibilidade nacional sobre o esforço e trabalho contra a doença. A ação faz parte das atividades que marcam o Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose. A mensagem central da campanha é “Tuberculose: Tosse por mais de três semanas é um sinal de alerta. Quanto antes você tratar, mais fácil de curar. Procure uma unidade de saúde”.

Além do apelo explicativo de como se contrair a doença e das formas de prevenção, os textos reforçam que o tratamento é um direito de todos, garantido pelo SUS e não pode ser interrompido. Associar a campanha ao combate não somente da tuberculose, mas aos determinantes sociais que acarretam na doença, ou seja, hábitos prejudiciais à saúde, alimentação inadequada, entre outros, fazem parte da estratégia desenvolvida.

Com abrangência nacional e tendo como público principal, homens entre 25 e 35 anos, o rádio será a veículo principal na veiculação. Além de ser um canal de grande audiência entre o público-alvo. Também haverá peças de mídia exterior (out door, painéis em abrigos de ônibus, por exemplo), mídia impressa (anúncios em revistas e jornais) e internet (animações e redes sociais) foram exploradas. Outros pontos que grande circulação de pessoas, como os metrôs e ônibus em seus circuitos de TV, e os sistemas de sons dos barcos no Norte do país estão no plano de divulgação.

CONCURSO CULTURAL– Durante a programação desta segunda-feira, Alexandre Padilha fará a entrega dos prêmios aos três primeiros colocados no concurso cultural “Juntos pelo fim da tuberculose”, promovido pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT), em parceria com o Fundo Global Tuberculose - Brasil.

O concurso teve como base as diretrizes da política atual de controle da doença que, desde 2007, trabalha para dar maior visibilidade, por meio do envolvimento e comprometimento de atores sociais, de diversas áreas no enfrentamento à doença em todo país.

A logomarca criada pelo designer da Fiocruz de Brasília, Carlos Sarina, foi selecionada pelos jurados como a melhor criação, tendo como base os critérios “originalidade, criatividade, adequação e pertinência”. O símbolo escolhido representa a união de esforços do poder público e de toda a sociedade para o fim da tuberculose. A marca será utilizada em campanhas e ações de controle da doença em todo o país.

O trabalho da estudante gaúcha, Maria Eduarda de Castro Azevedo Estrela, de 11 anos, que mora na cidade de São Leopoldo (RS), ficou em segundo lugar. O terceiro colocado foi Hilton Azevedo Barbosa, publicitário da Secretaria Municipal de Saúde de Olinda (PE).

CONSCIENTIZAÇÃO - Além do concurso cultural, o Projeto Fundo Global TB - Brasil lança a versão 2012 da mostra itinerante e interativa “Tuberculose tem Cura: SUS pra Valer”. Após um ano e meio passando por algumas das principais cidades brasileiras, a exposição consolidou-se uma eficiente ferramenta de informação e de conscientização, ampliando o número de pessoas acessadas e orientadas sobre a tuberculose, além de dar maior visibilidade às ações de controle da doença e aos parceiros da iniciativa privada, do governo e da sociedade. Nas 14 temporadas do mostra, mais 24 mil pessoas assinaram o livro de visitas, comprovando o recebimento de material de informação, de orientação dos monitores, além de participação nos jogos interativos e brincadeiras educativas.

Como na mostra original, que explorou jogos e brincadeiras didáticas para atrair o público e facilitar a assimilação das informações, os conceitos trabalhados serão mantidos: fatores de risco, meios de transmissão, prevenção, tratamento, diagnóstico e estratégias de controle da doença.

Pipoca é mais saudável do que frutas e vegetais



Quem aqui não gosta de sentar para assistir um filme e comer muita pipoca? Apesar de tão mal falada, quando preparada com os ingredientes certos, a pipoca tem poucas calorias, faz bem para o coração e ainda é nutritiva. Um exemplo: ela possui mais polifenóis, que são substâncias antioxidantes, do que frutas e vegetais.

Os polifenóis já foram ligados a redução de doenças cardíacas e certos tipos de câncer. E, por se tratar de um alimento integral, a pipoca também é uma boa fonte de fibras. E isso é um marco para um lanche tão mal visto!

A pipoca pode não substituir uma refeição inteira, mas ainda assim é uma boa escolha na hora de comer uma “besteira”. O que você tem que fazer é evitar as opções ricas em manteiga, óleo e sal, que diminuem seus benefícios.

Você só come pipoca quando vai ao cinema? Essa é o pior tipo possível. Estudos revelam que as “variedades cinematográficas” possuem muito mais calorias, sal e gordura saturada, quase o mesmo que comer um lanhe em cadeias de fast food.

As pipocas de microondas são convenientes, mas possuem seus pontos negativos, mesmo quando a escolha são as light ou de pouca gordura. E estudos mostram que muitos componentes químicos usados nesses produtos são prejudiciais à saúde.

A melhor opção mesmo – e saborosa também – seria a tradicional pipoca de panela, com um pouco de azeite de oliva. Ficou com vontade? Experimente colocar também pimenta do reino e queijo ralado.

Consumo moderado e frequente de chocolate 'pode ajudar a emagrecer'




Alimento pode ajudar a eliminar peso, em vez de sintetizar gordura, sugere estudo californiano

O consumo moderado, mas regular de chocolate pode contribuir para o emagrecimento, indicam os resultados de um estudo recente da Universidade da Califórnia em San Diego (EUA).

O estudo foi realizado em 1.081 pessoas de 20 a 85 anos (não portadores de doenças cardiovasculares ou diabetes) e observou suas dietas, ingestão de calorias e Índice de Massa Corporal (IMC), que mede obesidade.

Segundo o estudo publicado no Archives of Internal Medicine, apesar de o chocolate ser um alimento em geral bastante calórico, ele contém ingredientes que favorecem a perda de peso, em vez do acúmulo de gordura. Por isso, o alimento pode ajudar na redução do IMC.

"O chocolate mostrou (ter) associações metabólicas favoráveis com pressão sanguínea, sensibilidade a insulina (hormônio que promove a absorção de glicose pelas células) e nível de colesterol", diz a pesquisa. "É rico em antioxidantes que podem contribuir para a sensibilidade à insulina e pressão sanguínea."

O elo foi encontrado mesmo levando-se em conta outros fatores, como a quantidade de exercício físico praticada pelos indivíduos estudados.

Mas há uma ressalva: "como o chocolate contém calorias, há preocupações quanto a sua ingestão", prossegue o estudo.

Aparentemente, o mais importante é a frequência com que o chocolate é consumido, e não a sua quantidade. Sendo assim, aponta a pesquisa, "a hipótese é de que os benefícios do consumo moderado e frequente pode ajudar na redução da deposição de gordura, potencialmente contrabalanceando as calorias adicionadas".
Composição, e não só número

A principal autora da pesquisa, Beatrice Golomb, diz que os resultados sugerem que "a composição das calorias, e não apenas o número delas, importa para determinar seu impacto final no peso (do indivíduo)".

De acordo com os pesquisadores, há apenas uma chance em cem de que as descobertas apontadas no estudo sejam causadas pelo acaso.

O trabalho da Universidade da Califórnia não é o primeiro a apontar benefícios na ingestão de chocolate, em geral considerado um vilão das dietas.

O doce, em especial do tipo meio amargo, contém antioxidantes que podem ajudar a limpar radicais livres - químicos instáveis que podem danificar as células do corpo humano.

Golomb e sua equipe acreditam, a partir de estudos feitos com roedores, que esses compostos antioxidantes também podem melhorar a massa muscular e reduzir o peso.

Camundongos alimentados durante 15 dias com um antioxidante do tipo catequina melhorou seu desempenho em exercícios físicos e causou mudanças notáveis em sua composição muscular. Agora, dizem os especialistas, são necessários testes clínicos para verificar se isso se repete em seres humanos.

Mas antes que você agarre sua barra de chocolate, lembre-se de que ainda há perguntas a serem respondidas. E, na ausência de evidências conclusivas, os especialistas sugerem cautela.

Ainda que não haja mal em comer chocolate de vez em quando, o consumo excessivo traz problemas já que o alimento costuma ser rico em gorduras e açúcar.

Tuberculose: Brasil reduz casos em 3,54% em 2011


No período de 10 anos, a taxa de incidência caiu 15,9% e a de mortalidade teve redução ainda maior: 23,4%.  Apesar dos avanços, doença ainda preocupa autoridades de saúde.

Dados do Ministério da Saúde revelam que, pela primeira vez, os casos de tuberculose foram inferiores a 70 mil. O número de casos registrados no último ano caiu 3,54%: foram 71.790 (2010) contra 69.245 (2011). Na última década, o Brasil registrou queda de 15,9% na taxa de incidência por tuberculose. Em 2011, foram registrados 36 casos da doença para cada 100 mil habitantes, contra 42,8 casos em 2001 (veja tabela 1 no fim do texto). Com relação aos óbitos, a redução foi ainda maior: a taxa de mortalidade caiu 23,4,% em uma década (ver tabela 2, no fim do texto). O país registrou 3,1 óbitos para cada grupo de 100 mil habitantes em 2001, passando para 2,4 em 2010.


Apesar dos avanços, a doença ainda preocupa as autoridades de saúde. No país, a tuberculose representa a quarta causa de óbitos por doenças infecciosas e a primeira entre pacientes com aids.Por isso, o Ministério da Saúde recomenda que seja realizado o teste anti-HIV em todos os pacientes com a doença. Em 2010, 60,1% dos casos novos foram testados para HIV.
“É importante fecharmos o ano, pela primeira vez, com menos de 70 mil casos. Os dados que temos apontam a redução da taxa de incidência. Mostra que o caminho está correto e que a tuberculose foi elencada como tema prioritário”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante evento em Brasília que marcou a passagem do Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose. “Neste contexto, é importante articularmos as ações de tuberculose com Atenção Básica para não só efetuar o diagnóstico como ampliar a atenção ao tratamento.”


Os investimentos do governo federalem ações de controle da doença aumentaram 14 vezes nos últimos nove anos. Em 2002, os recursos destinados ao programa foram de US$ 5,2 milhões, aumentando para US$ 74 milhões em 2011.

INCIDÊNCIA - No estado do Rio de Janeiro, a taxa de incidência teve queda de 70,3 (2010) para 57,6 (2011), o que representa redução de 18,9% em um ano. O Sudeste foi a região que apresentou a maior redução da taxa de incidência da doença no último ano. Em 2011, o Sudeste registrou taxa de incidência de 37,6 (por 100 mil habitantes) e, em 2010, esta taxa foi de 40,6.

Já na região Nordeste a taxa caiu de 36.9 (por 100 mil habitantes) para 35,9. A região Norte manteve a mesma taxa no período, 45,2, enquanto as regiões Sul e Centro-Oeste, apresentaram pequenas reduções, de 0,2 e 0,6, respectivamente.

O ministro Padilha citou dois grandes desafios para estados e municípios no combate à tuberculose. “Reduzir o índice de abandono do tratamento é fundamental para que possamos reduzir a mortalidade. O segundo é realizar ações específicas para as populações mais vulneráveis, como por exemplo, os Consultórios na Rua que hoje somam 100 serviços e podem diagnosticar com mais rapidez doença”.

POPULAÇÕES VULNERÁVEIS - A doença é mais frequente entre grupos populacionais que vivem em condições desfavoráveis de moradia e alimentação e entre pessoas com sistema imune deficiente e dificuldades de acesso aos serviços de saúde. O Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde definiu como prioritário as populações em situação de rua, a carcerária, os indígenas e as pessoas que vivem com HIV/Aids.

Em 2010, entre os casos novos de tuberculose notificados, cerca de 10% era de pessoas infectadas pelo HIV, a chamada coinfecção. A região Sul foi a que apresentou o maior percentual de pessoas com tuberculose e HIV (18,6% das pessoas com tuberculose tem o vírus), quase duas vezes superior à média nacional. Esse indicador está intimamente relacionado à realização do exame anti-HIV.

AÇÕES - O Ministério da Saúde desenvolve estratégias para o controle da doença. Entre as medidas que estão em curso, segundo o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, se destaca a expansão do tratamento diretamente observado - atualmente, 71,5% das unidades de saúde oferecem este tipo de tratamento – e o aumento na cobertura das equipes de Saúde da Família. No ano passado, 56,3% dos casos de tuberculose foram notificados na Atenção Básica, sendo que, em 2001, era 25,2%.

“Os dados que dispomos refletem o esforço do programa nacional de tuberculose, em parceria com estados e municípios, a universalização do tratamento de HIV, que é um público mais sensível para o desenvolvimento da doença e a melhoria das condições de vida no Brasil, que ajudaram na redução da taxa de incidência”, afirmou o secretário Jarbas Barbosa.

Outra ação desenvolvida é o projeto de diagnóstico de tratamento da tuberculose entre pessoas que vivem com o HIV. O projeto está sendo realizado em 13 municípios brasileiros onde mais de 20% dos pacientes com tuberculose estão infectados pelo HIV. O Ministério da Saúde também está firmando parceria com a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) para o desenvolvimento de outro projeto que utiliza a telefonia celular para enviar mensagens aos pacientes com alertas sobre a importância do tratamento.

DESAFIO - O principal indicador utilizado para avaliar as ações de controle da tuberculose é o percentual de cura dos novos casos. Uma das metas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é identificar 70% e curar, pelo menos, 85% dos casos, como medida para começar a reverter a situação da tuberculose. 

Em 2010, o Brasil detectou 88% dos casos, no entanto, o alcance do percentual recomendado pela OMS para a cura ainda é um desafio. De 2001 a 2004, o país aumentou o indicador de cura, porém - a partir de 2005 – houve uma estabilização, com índices de 73,5%, em 2009, e 70,3%, em 2010. 

SINTOMAS – A tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro, é o principal sintoma da tuberculose. Qualquer pessoa com este sintoma deve procurar uma unidade de saúde para fazer o diagnóstico e, caso for confirmada a doença, o tratamento deve ser iniciado imediatamente para que a cadeia de transmissão seja interrompida. Para o paciente conseguir a cura, deve realizar o tratamento durante seis meses, sem interrupção. O tratamento é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

ACS receberá Tablet em Pernambuco

O Estado de Pernambuco, especificamente o Município de Petrolina, sai na frente com a inclusão dos Tablets no trabalho dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS's). Segundo análise, a iniciativa do prefeito Julio Lossio emana não apenas na inclusão de novos elementos tecnológicos, mas, também novas atribuições na realização do trabalho desses profissionais da Atenção Primária. Quando reporta-se à inovação de atribuições, não é focando apenas na utilização dos Tablets ou dos formulário para adquirir informações necessárias para o levantamento junto às famílias. A Secretária de Saúde do Município, Lúcia Giesta, disse que “o trabalho dos agentes comunitários de saúde será identificar aquelas pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza. Identificando essas pessoas, poderemos oportunizar o aumento da sua renda familiar através de cursos de capacitação, inserção nos programas governamentais e até mesmo auxiliando-os a abrir o próprio negócio com a parceria do Banco do Empreendedor.” Em síntese, analisa-se os novos elementos inclusos como atribuições dos agentes de saúde. Distancia-se da crítica por mero formalismo, apesar de valoração da necessidade da categoria participar do processo de construção dessa inclusão de novos elementos que representam significantes em benéfico da sociedade. Algo louvável que pode ter melhores resultados se os profissionais integrarem a equipe de elaboração da proposta, como é praticado com os demais profissionais que compõem o Programa de Saúde da Família - PSF.
Os agentes de saúde receberão uma ajuda de custo que pode chegar ao valor de R$ 848,00. Obviamente que este valor tem a finalidade de compensar a inclusão desses novos parâmetro na execução do trabalho dos ACS's. Com a possibilidade de dobrar os rendimentos os agentes de Petrolina estão bastante motivados. Um excelente referial que poderá ser avaliado como uma "espécie de medidor do êxito," numa análise de natureza perceptível.


Fonte: http://ricardoacs.blogspot.com/

segunda-feira, 26 de março de 2012

A PROGRAMAÇÃO DA ASSEMBLÉIA DA CONACS EM LUZIÂNA-GO, VAI TERMINAR COM UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS.


SSO MESMO COMPANHEIROS DE TODO BRASIL,  NOSSA ASSEMBLÉIA DA CATEGORIA EM LUZIÂNIA- GO , CONVOCADA PELA CONACS , VAI TERMINAR COM UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA DOS DEPUTADOS.


AGUARDEM MÁTEIRA COMPLETA DIRETO DE LUZIÂNIA-GO


EU E ALEX DE SERRA TALHADA-PE. UM DOS DIRETORES DA CONACS

NOSSA CHEGADA A BRASÍLIA


NOSSA  IDA DE BRASÍLIA PARA O LOCAL DO EVENTO EM LUZIÂNIA





A CHEGADA DE MAIS UMA CARAVANA DE AGENTES DE SAÚDE AO LOCAL DO  EVENTO.

ENTREGA DE FORMULÁRIOS PARA INSCRIÇÃO

INSCRIÇÃO



FONTE: BIO ACS

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segunda-feira, 19 de março de 2012

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