segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

MAIS DE 5 ANOS DA LEI 11.350/2006.


Fazem mais de cinco anos da lei 11.350, que foi aprovada em Outubro de 2006 par efetivar os Agentes de Saúde em todo Brasil, que faziam parte do programa antes de Fevereiro de 2006.

É uma vergonha, maior que o Brasil a quantidade de Municípios que ainda não Efetivaram seus Agentes de Saúde e os prefeitos que estão efetivando agora dizem que reconhece a importância do trabalho dos Agentes, É MUITA CARA DE PAU. vem cumprir a lei depois de cinco anos e vem com esse argumento, só mesmo sendo Agente de Saúde para aguentar isso.

Companheiros Agentes de Saúde que fazem parte do Programa antes de Fevereiro de 2006 e ainda não foram efetivados, este ano é a hora de virá esse jogo, pois é ano de eleição para Prefeitos e Vereadores dos Municípios vamos colocar para FORA ESSES CORRUPTOS.

Companheiros se organizem e cobrem a efetivação de vocês, tanto ao gestores como ao vereadores ou se não procurem o ministério público do município, para que façam se cumpri a lei.

Este ano é ideal para cobrarmos, pois estão todos bons e precisando de nós.

Companheiros de todo Brasil não fiquem do lado de quem só lembra da nossa Categoria agora em época de eleição;VAMOS TOMAR VERGONHA NA CARA ! e sermos merecedores de respeito e não só nas eleições.

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Saúde da Família é aprovada por 80,7% dos usuários

O IPEA publicou uma pesquisa sobre a satisfação dos brasileiros com o SUS e com os planos de saúde, e constatou que 80,7% dos brasileiros atendidos pela estratégia Saúde da Família (PSF) avaliam o atendimento como bom ou muito bom.



Fonte: Ipea. Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) 2010


Na estratégia Saúde da Família, cada família tem um agente comunitário de saúde de referência, e cada agente tem um médico de referência. A continuidade da relação entre o paciente e o médico facilita em muito o cuidado adequado de condições a longo prazo, como a necessidade de exames periódicos (oscheck-ups) ou o controle da pressão arterial. Como o médico da família é o primeiro a ser procurado quando a pessoa precisa, ele conhece melhor o histórico e pode resolver os problemas com mais eficiência.

Coincidência ou não, no dia seguinte (10 de fevereiro) o Bom-Dia Brasil fez uma matéria sobre a medicina de família de comunidade. Em resumo, na medida em que o médico tem menos contato com o paciente, ele pede mais exames complementares, gerando um cuidado mais caro e menos satisfatório. O médico de família e comunidade é especialista em fazer o contrário disso, e por isso é que ele agrega valor — faz mais por menos.

Para os leitores de primeira viagem, deixo aqui algumas sugestões de leitura:

Entrevista com um médico de família e comunidade
Clínico geral não é médico de família
Especialidade está associada a melhor atenção primária à saúde
Médicos de família fazem a diferença nos Estados Unidos

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