sexta-feira, 25 de maio de 2012

Caminhada em Combate a Exploração Sexual Infantil em Buerarema (VÍDEO)

Caminhada em Combate a Exploração Sexual Infantil em Buerarema




Foi realizada hoje, a Caminhada em Combate a Exploração Sexual Infantil em Buerarema, onde este ano o foco foi dirigido ao centro da cidade, sendo que em outros anos era iniciada no centro e terminava nas margens da BR 101.
A caminhada foi feita nas principais ruas da cidade, com distribuição da panfletos, adesivos. Onde a participação das escolas, como o incentivo as melhores frases e poesias feitas pelos alunos, sendo premiadas com diversos presentes.
A caminhada teve o apoio do CRAS, CREAS, CMDCA, a entidade ABACS (ASSOCIAÇÃO BUERAREMENSE DE AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE E COMBATE AS ENDEMIAS ).Polícia Milita e Civil, Guarda Municipal de Buerarema.

A ideia de se celebrar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes surgiu em 1998, quando cerca de 80 entidades públicas e privadas reuniram-se na Bahia para o 1º Encontro do ECPAT no Brasil. O ECPAT é uma organização internacional que luta pelo fim da Exploração Sexual e Comercial de Crianças e Adolescentes, surgida na Tailândia. Assim sendo, a então Deputada Federal Rita Camata, atuando como Presidente da Frente Parlamentar pela Criança e Adolescente da Câmara dos Deputados, propôs um Projeto de Lei que estabelecia o Dia da Morte de Aracelli como Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
A Lei N° 9.970 foi sancionada em 17 de maio de 2000. Desde então, entidades que atuam em Defesa dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes promovem atividades em todo o País para conscientizar a sociedade e as autoridades sobre a gravidade dos crimes de violência sexual cometidos contra menores.



 

 

 


domingo, 20 de maio de 2012

Manifestação fecha BR-101 no sul da Bahia

Manifestantes reclamam das condições da BR-251
Manifestantes reclamam das condições da BR-251
Moradores de Ilhéus e Buerarema, cidades do sul da Bahia (a 462 e 450 km de Salvador, respectivamente) voltaram a interditar no final da manhã desse domingo (20) um trecho da BR=101 para protestar contra as condições da BR 251 – uma estrada de terra de cerca de 60 km que liga os dois municípios e que segundo os manifestantes encontra-se intransitável.

O protesto durou cerca de três horas e contou com a presença de cerca de 500 pessoas que seguravam faixas enquanto em um carro de som os líderes do movimento discursavam. A Policia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local para tentar a desobstrução da pista, mas os manifestantes só estavam permitindo a passagem de ambulâncias ou veículos cujos ocupantes estivessem passando mal. Um princípio de tumulto chegou a ser registrado quando um motorista tentou furar o bloqueio.

Para Otávio Azevedo, 66, morador do assentamento Repartimento, uma das comunidades onde a rodovia passa, a situação da estrada é muito crítica. “O Derba [Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia] fez um serviço de recuperação na estrada onde só colocaram barro e com esse período de chuvas, os carros atolam e as comunidades ficam isoladas”, informa.

O motorista José Carlos Santos, 33, ficou irritado com o protesto. “são um bando de desocupados. Eles poderiam fazer a manifestação, mas não podem interferir no direito de ir e vir dos cidadãos”, diz.

Ação - Numa ação proposta Ministério Público Federal (MPF), o juiz Federal Pedro Alberto Calmon Holliday determinou através de liminar que o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) iniciasse o reparo emergencial da rodovia.

O Dnit recorreu da decisão alegando que a estrada trata-se de uma rodovia estadual coincidente com traçado de rodovia federal planejada, ou seja, é a BAT-251, conhecida "BA Transitória". E nesse caso, o órgão não tem responsabilidade sobre a rodovia. “Essa é a terceira vez que protestamos e queremos o julgamento do processo que obriga o Dnit a pavimentar a estrada”, informa Jorge Anunciação, um dos lideres do protesto.

Em nota a assessoria do Derba informa que “já está com equipes trabalhando no trecho Ilhéus/ Buerarema, com serviços de revestimento primário e drenagem superficial ao longo de todo o trecho de 60 km”.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Sai a lista dos candidatos com os nomes sujos.

O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA) encaminhou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) a lista com a relação de 857 gestores municipais que tiveram contas rejeitadas pelo órgão entre 2002 e 2008. veja a lista completa aqui: http://www.4shared.com/office/RjkjILvd/Lista_de_candidatos_de_Fichas_.html

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Sobe para 17 número de mortes por dengue no Rio em 2012


Subiu para 17 o número de mortes provocadas pela dengue na cidade do Rio este ano, segundo boletim epidemiológico divulgado hoje (14) pela prefeitura. O número de casos da doença acumulados desde o início do ano chegou a 68.300 até o último dia 12.

O índice de casos em abril foi 373,4 por 100 mil habitantes, o que ainda coloca a cidade em situação epidêmica, que é definida quando há mais de 300 casos por 100 mil. Os bairros mais afetados são os da zona oeste, especialmente Bangu e Realengo, com 19.734 casos acumulados no ano, e os da zona norte, no entorno de Madureira, com 13.045 casos, seguidos pela região de Campo Grande, com 10.286 casos.

De acordo com o boletim, as 17 mortes registradas ficam abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, que teve 43 mortes, e bem distantes das epidemias dos anos de 2002, com 62 mortes, e de 2008, com 148 mortes, em igual período de 19 semanas desde o início do ano.

Os principais sintomas da dengue são febre alta, acima de 38 graus, dor de cabeça atrás dos olhos, dor nas articulações e sonolência. Também podem ocorrer manchas vermelhas no corpo, vômito e enjoo - sintomas que indicam maior gravidade da doença. O tratamento principal é hidratação intensa, com cinco a sete litros de líquidos por dia, e o doente deve ser levado imediatamente a uma unidade de saúde para exame.

domingo, 29 de abril de 2012




A lei que garante gratuidade para pessoas com deficiência passará a valer daqui a 120 dias, conforme sanção do governador Jaques Wagner. O prazo será necessário para que o governo regulamente o serviço nos modais metroviário, aquaviário, ferroviário e rodoviário em todo o estado.

A Lei 19.585 estabelece que deverão ser disponibilizados, pelo menos, dois assentos em cada ônibus intermunicipal para pessoas com deficiência. O cadastro usará como critérios a renda familiar e laudo médico expedido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Wagner diz a Ana Lúcia que pressão acelerou criação e aprovação da lei.


Conforme o governo baiano, existem aproximadamente 2,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência no estado. Uma das pessoas que lutaram pela criação da lei, a pedagoga e formanda em psicologia Ana Lúcia da Hora diz que, pelos critérios de renda, ela não será beneficiada, “mas valeu a luta por todos”.

Ana Lúcia foi uma das líderes do movimento que forçou o governo baiano e a Assembleia Legislativa a votar o passe livre para pessoas com deficiência. Após protestos em vias públicas e ônibus em Itabuna e Buerarema, Ana e membros da Associação de Cegos do Sul da Bahia conseguiram do governador Jaques Wagner e do presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo, a garantia de criação da lei. Wagner citou, ontem, que foi a pressão dos sul-baianos que fez o projeto andar.
 

sexta-feira, 27 de abril de 2012

5 de maio é dia D de vacinação contra a Gripe

A meta, em Apucarana, é imunizar 80% de 18.867 pessoas priorizadas pelo Ministério da Saúde

No dia 05 de maio (um sábado) será aberta oficialmente a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, em Apucarana.

A solenidade será às 09 horas, na Unidade Básica de Saúde (UBS) Marcos Sanches Mascaro, no Núcleo Habitacional Parigot de Sousa. Além desta UBS, a vacina estará disponível na sede da Autarquia Municipal de Saúde e nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), das 08h30 às 16h30.

Este ano estão sendo vacinados os grupos priorizados pelo Ministério da Saúde (MS): idosos (acima de 60 anos) e populações indígenas, também crianças entre seis meses e menores de dois anos (até 1 ano, 11 meses e 29 dias) e gestantes (em qualquer período gestacional).

A vacina trivalente disponibilizada protege contra os principais vírus que circula no hemisfério sul, entre eles o da Influenza A (H1N1), H3N2 (gripe sazonal) e sazonal A.

A meta, em Apucarana, é imunizar 80% de 18.867 pessoas priorizadas pelo Ministério da Saúde. Para tomar a vacina, os idosos e gestantes deverão apresentar um documento com foto.

Pode ser carteira de motorista ou RG. Já para as crianças, as mamães deverão apresentar a carteira de vacinação. Elas irão tomar duas doses. A campanha será encerrada dia 25 de maio. Lembramos que durante a semana a vacina está disponível APENAS nas UBS com sala de vacina, das 08hs às 16h30.

SES divulga dados sobre Dengue em MS

Dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgados hoje, 26, apontam a confirmação de 1.449 casos de Dengue somente neste ano. Dos 78 municípios de Mato Grosso do Sul, 43 tiveram confirmação de casos. No ranking estão Três Lagoas, em primeiro lugar, com 773 casos, em segundo Campo Grande, com 351 casos e Corumbá fica na terceira posição, com 141 casos. 

Não há número de mortos por causa da doença neste ano, no Estado, apesar de dois bolivianos terem falecido em hospitais corumbaenses. Eles não entraram na contagem oficial por serem de outro país e terem contraído a doença no país vizinho. 

Os dados divulgados pela SES são de janeiro a 21 de abril de 2012.

Hipertensão atinge 50% dos maiores de 55 anos

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A pressão alta eleva o risco de infarto, problemas renais e derrame, que é a maior causa de morte no País

Brasília A hipertensão atinge mais da metade das pessoas com 55 anos ou mais no Brasil, indica o Vigitel 2011, pesquisa telefônica anual que questionou 54 mil adultos em todas as capitais do País. Entre os entrevistados em geral, 22,7% são hipertensos, taxa ligeiramente inferior à medida pela mesma pesquisa em 2010 (23,3%).

"Esses dados mostram a importância da hipertensão como um dos principais problemas de saúde pública do novo Brasil, que envelheceu mais e ficou mais obeso", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A pressão alta eleva o risco de infarto, problemas renais e derrame, que é a maior causa de morte no País. Os dados do inquérito indicam, como é esperado, que a hipertensão do brasileiro avança com a idade.

Têm pressão alta 5,4% dos jovens de 18 a 24 anos. Já entre as pessoas com 55 a 64 anos, essa taxa chega a 50,5% e, entre pessoas com 65 anos ou mais, a 59,7%. A hipertensão se mostra mais presente entre as mulheres em todas as faixas etárias medidas (a partir de 18 anos). Enquanto 52,4% dos homens com 65 anos ou mais são hipertensos, o percentual chega a 64,3% entre as mulheres da mesma idade.

Outra influência sobre a incidência do problema é a escolaridade: quanto menor, maior é a taxa. De novo, as mulheres são as mais atingidas. A taxa de hipertensão entre a população feminina com até oito anos de estudo (34,4%) é mais que o dobro do percentual entre mulheres com 12 anos ou mais de escolaridade (14,2%).

O ministro citou ações já anunciadas pelo governo federal para tentar reduzir o percentual de hipertensos, como o acordo para que a indústria reduza a quantidade de sódio nos alimentos.

"A previsão é que, até 2014, reduza-se em 4 mil toneladas o sódio em produtos industrializados". De acordo com o cardiologista Luiz Bortolotto, diretor da unidade de hipertensão do Instituto do Coração de São Paulo, mesmo pessoas que já estão em tratamento contra pressão alta e acham que estão controlando o consumo de sal estão passando dos limites.

Nesta semana, o Incor divulgou um estudo envolvendo mais de 900 pessoas que detectou o problema. "O máximo deve ser de 5 g por dia, sendo 2 g de produtos industrializados e 3 g de sal adicionado à comida".

Segundo Bortolotto, o pão francês e os temperos prontos são as maiores fontes de sal na dieta dos pacientes. Para ele, é preciso criar o hábito de ler os rótulos dos alimentos industrializados. A presidente da Sociedade Brasileira de Hipertensão, Maria Cláudia Irigoyen, lembra que a pesquisa usou dados dos próprios entrevistados. "Não estão incluídas aí as pessoas que nunca fizeram um exame".

Campanha

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) coordena campanha de conscientização em todo o País para reduzir o consumo de sal, açúcar, frituras, temperos prontos, derivados de leite integral, carnes gordurosas e industrializados, que contribuem para agravar a hipertensão.

Aspirina pode reduzir em um terço risco de morte por câncer de intestino


Aspirina não substitui outras terapias contra o câncer




Pacientes de câncer no intestino que tomamaspirina podem reduzir em um terço o risco de morrer por causa da doença, acreditam especialistas. Mas eles dizem ser muito cedo para concluir que o medicamento deveria ser ministrado regularmente a pacientes.

Outros estudos já apontaram para benefícios do analgésico no tratamento de outros tipos de câncer. Mas a droga também pode ter indesejáveis e perigosos efeitos, causando irritação estomacal e hemorragia interna em alguns pacientes.

O estudo, publicado pelo British Journal of Cancer, examinou 4.500 pacientes na Holanda. Todos receberam baixas doses diárias de aspirina – 80mg ou menos – dose também é recomendado a pessoas com doenças cardíacas.

No estudo, que levou quase uma década, um quarto dos pacientes não usaram aspirina, um quarto apenas usou aspirina depois de ser diagnosticado com câncer e a metade restante tomou aspirina antes e depois do diagnóstico. A maior parte dos pacientes que tomaram aspirina o fizeram para evitar doenças cardiovasculares, como enfarte e acidentes vasculares.

Tomar aspirina por qualquer período depois do diagnóstico reduziu a chance de morte por câncer em 23%. Os pacientes que tomaram doses diárias do medicamento por pelo menos nove meses depois do diagnóstico tiveram a chance de morrer por câncer reduzida em 30%.

Os que usaram aspirina apenas depois de diagnosticado o câncer de intestino apresentaram um maior impacto na redução de mortalidade. Nos pacientes que tomaram a aspirina antes e depois do diagnóstico, a redução do risco de morte foi de apenas 12%.

A razão para isso talvez seja o fato de que vários dos pacientes que já vinham tomando o analgésico sofriam de tipos de câncer particularmente agressivos, afirmam especialistas. O pesquisador Gerrit-Jan Liefers, do Centro Medicinal da Universidade de Leiden, afirmou: “Nosso trabalho soma-se a crescentes evidências de que a aspirina não apenas pode prevenir a ocorrência de câncer mas também impedir que a doença se espalhe”.

Ele disse que a aspirina não deve ser vista como alternativa a outros tratamentos, como a quimioterapia, mas poderia ser útil como tratamento adicional.

Recomendar, não
- É possível que pessoas mais velhas tenham outros problemas de saúde que não permitam a quimioterapia. Câncer de intestino é mais comum em pessoas mais velhas, então esses resultados poderiam ser um grande avanço no tratamento da doença, particularmente para este grupo. Mas precisamos de pesquisa adicional para confirmar isso.

Ele disse que o plano agora é fazer um teste aleatório controlado – chamado “Gold Standart Test” na pesquisa – para verificar se a aspirina prevalece sobre uso de placebo junto ao mesmo grupo de idosos. Sarah Lyness, da Cancer Research UK, disse: “Este último estudo acrescenta evidências sobre os benefícios da aspirina. Mas ainda não chegamos ao ponto de recomendar que as pessoas tomem aspirina para reduzir o risco de câncer.

- Ainda há questões que precisamos responder sobre efeitos colaterais, como hemorragia interna, e sobre quais seriam os maiores beneficiados pelo uso da aspirina, quem poderia sofrer efeitos negativos e ainda que dose deveria ser ministrada.

- Qualquer um pensando em tomar aspirina para reduzir o risco de câncer deveria conversar com seu médico primeiro. Pessoas com câncer devem estar cientes de que a aspirina pode aumentar as chances de complicações antes de cirurgia ou outros tipos de tratamento, e devem discutir isso com o especialista -Enquanto isso, há outras formas de reduzir os riscos de câncer, como não fumar, beber menos álcool e manter um peso saudável.
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