quarta-feira, 25 de abril de 2012

Você sabe diferenciar malária, dengue e febre amarela?

As três doenças são transmitidas por mosquitos, mas apresentam muitas diferenças


A malária mata 1.400 crianças por dia em todo o mundo. O número divulgado pela Organização das Nações Unidas só reforça a importância do Dia Mundial de Combate à Malária, comemorado neste dia 25 de abril. No Brasil, porém, os números são mais baixos: segundo o Ministério da Saúde, 99% dos casos da doença ocorrem nos estados que compõem a Amazônia e houve uma redução de 603 mil casos, em 2005, para aproximadamente 217 mil, de janeiro a outubro de 2011. O número de internações também passou de 3.859, em 2010, para 3.215 em 2011. 

Assim como a dengue e a febre amarela, a malária é transmitida pela picada de um mosquito. Embora as três doenças típicas de países tropicais tenham alguns sintomas semelhantes (febre, cansaço e dor muscular), apresentam muitas outras especificidades - desde a espécie de mosquito até o tipo de tratamento. Você sabe identificar quais são essas diferenças?

terça-feira, 24 de abril de 2012

Confira o calendário oficial de vacinação de 2012

Brasil doa mais de 4 milhões de doses de vacinas para o Haiti


As vacinas enviadas são as de BCG, pólio, DPT e DT; parte da doação será usada na Campanha Nacional de Vacinação para crianças menores de 10 anos

O Ministério da Saúde enviou na última sexta-feira 4.349.000 doses de vacinas BCG (tuberculose), pólio, DPT (difteria, tétano e coqueluche) e DT (Difteria e tétano) para o Haiti. Parte da doação, que custou aos cofres públicos mais de 1,3 milhão de dólares, vai reforçar a Campanha Nacional de Vacinação do país, que começa no dia 21 de abril para menores de 10 anos.

O Haiti, um dos países do continente americano com menor cobertura vacinal, recebeu ainda do Brasil 500 caixas térmicas, três caminhões, gás propano para manutenção de refrigeradores e profissionais técnicos que estarão envolvidos na organização e na gestão da campanha de vacinação.

Após o terremoto que devastou o Haiti em janeiro de 2010, o Ministério da Saúde do Brasil se encarregou também da construção de quatro hospitais no país. O investimento brasileiro apenas nas obras será de 18,75 milhões de dólares. O recurso está previsto por um crédito extraordinário aprovado para o Ministério para uso específico no Haiti, conforme aprovado pela lei 12.239, de 19 de maio de 2010.

Campanha nacional quer vacinar 24,1 milhões de pessoas contra a gripe

Campanha Nacional de Vacinação 2012: Ministério da Saúde pretende vacinar cerca de 30 milhões de brasileiros

O Ministério da Saúde anunciou hoje (24) a meta de imunizar 24,1 milhões de pessoas em todo o país durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, marcada para o período de 5 a 25 de maio. A dose vai proteger também contra a influenza A (H1N1) – gripe suína.

A meta representa 80% do público-alvo definido pela pasta, que inclui idosos a partir de 60 anos (20,5 milhões), crianças entre 6 meses e 2 anos (4,3 milhões), grávidas em qualquer período da gestação (2,1 milhões), povos indígenas (586 mil) e trabalhadores de saúde (2,4 milhões).

Cerca de 500 mil presos também devem receber a vacina. Esta será a primeira vez que o grupo será imunizado durante a campanha. Além de doses contra a influenza, os presos vão receber proteção contra a hepatite B, a difteria, o tétano tipo adulto, o sarampo, a caxumba, a rubéola e a febre amarela.

Crianças que serão vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Aquelas que já receberam uma ou duas doses da vacina no ano passado deverão receber apenas uma este ano. Os demais grupos deverão tomar dose única.

Ao todo, 65 mil postos e 240 mil profissionais de saúde em todo o país vão distribuir as doses. Serão usados 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais. A data de 5 de maio será o dia de mobilização nacional, em que os postos de saúde funcionarão das 8h às 17h.

A expectativa, de acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, é um alto comparecimento da população aos locais de vacinação. Segundo ele, o ministério investiu R$ 260,3 milhões em 33,9 milhões de doses.

Jarbas lembrou que a vacina protege contra as três cepas (subtipos) de vírus que mais circularam no país no ano anterior, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). O secretário ressaltou que a vacina é segura e que não há risco de contrair nenhum tipo de gripe. “Isso é lenda urbana”, disse.

As reações adversas, de acordo com Jarbas, são leves e incluem dor ou sensibilidade no local da injeção. Apenas pessoas com alergia severa à proteína do ovo devem procurar um médico antes de serem imunizadas.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que dois grandes feriados este ano levaram a campanha a começar um pouco mais tarde. Ele garantiu, entretanto, que a imunização será feita dentro do prazo necessário para proteção do público-alvo.

Segundo Padilha, ainda que nem toda a população receba a dose, a vacinação de grupos específicos possibilita a quebra da cadeia de transmissão e acaba protegendo o restante das pessoas.

Em 2011, de acordo com dados do ministério, 25,134 milhões de pessoas foram vacinadas – 84% do público-alvo definido. No mesmo período, foi registrada uma redução de 64% nas mortes provocados pelo vírus Influenza H1N1. Ao todo, 53 óbitos foram confirmados. Também no ano passado, houve queda de 44% nos casos graves da doença, que totalizaram 5.230.

Governadores e presidenta Dilma se reúnem em Sergipe por combate à seca

dilma
Presidente Dilma se reúne com Governadores em 
busca de soluções para a seca que atinge o Nordeste


A Bahia é o Estado da Região Nordeste mais atingido pela estiagem, com 170 municípios em situação de emergência. Em seguida está o Piauí, com 62 municípios, de acordo com dados da Defesa Civil.

A seca vem provocando perdas nas lavouras, prejuízos à agricultura familiar e perda de rebanhos, além da falta de água enfrentada pela população. Para discutir ações destinadas a amenizar a situação, a presidenta Dilma Rousseff e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, se reúnem hoje em Aracaju com governadores da região.

Outros Estados do Nordeste que enfrentam a estiagem são Sergipe, com 18 municípios em situação de emergência, Pernambuco, com seis, e o Rio Grande do Norte, com um município. O decreto de situação de emergência, além de reconhecer a gravidade do problema, permite aos municípios contratar serviços e fazer obras com dispensa de licitação para tentar amenizar o sofrimento da população.

Em Sergipe, o abastecimento de água nos locais afetados está sendo feito por meio de caminhões-pipa. Cerca de 130 veículos levam água aos moradores. A área rural é a mais atingida pela falta de chuva. Em Pernambuco, o governo do estado estima que 22 cidades do Sertão e sete do Agreste, onde moram mais de 300 mil pessoas, estão sendo prejudicadas pela seca.

Na última sexta-feira, o Ministério da Integração Nacional autorizou o empenho e o repasse de R$15 milhões para o estado do Piauí, destinados a ações de socorro, de assistência às vítimas e de restabelecimento de serviços essenciais em localidades atingidas.

Nos meses de março e abril, o ministério também liberou um total de R$20 milhões para a Bahia. Os recursos são destinados ao transporte de água em caminhões-pipa, às demais ações de socorro às vítimas da seca e ao restabelecimento de serviços essenciais pela Defesa Civil.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Parteiras tradicionais indígenas passam por qualificação


Encontro realizado em Roraima faz parte da estratégia da Rede Cegonha e capacitará 30 mulheres para que auxiliem o os cuidados aos recém-nascidos nas aldeias.
Trinta parteiras tradicionais indígenas das etnias Makuxi e Wapixana, ambas do estado de Roraima, participam de encontro de qualificação em cuidados com recém-nascido, que será realizado a partir desta segunda-feira (23) até 30 de abril, na comunidade indígena de Tabalascada, na cidade Cantá, município distante 40 quilômetros da capital Boa Vista. A iniciativa do encontro é da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) do Ministério da Saúde, por meio do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Leste de Roraima, em parceria com Secretaria de Saúde de Roraima. A ação faz parte do programa Rede Cegonha.
O objetivo do encontro é capacitar as parteiras para que auxiliem nos cuidados básicos imediatos aos recém-nascidos nas aldeias e com isso ajudar na redução da mortalidade infantil. A abertura do curso ocorre nesta segunda, a partir das 9h, e contará com a presença chefe da DSEI Leste de Roraima, Dorotéia Reginalda Moreira Gomes, e do secretário Estadual de Saúde de Roraima, Antônio Leocadio Filho. Durante o evento serão entregues 30 kits com equipamentos básicos de assistência imediata ao recém-nascido. Os kits possuem 35 itens, entre eles, estojo de alumínio com tesoura reta, fita métrica uterina, capa de chuva e balança pediátrica. Os Kits foram fornecidos pela Secretaria de Saúde de Roraima.
A capacitação também faz parte da estratégia da SESAI de promover atenção integral à saúde por meio da integração entre a medicina tradicional indígena com as práticas da medicina ocidental. As parteiras são profissionais importantes na atenção à saúde indígena no que se refere ao auxilio às equipes de saúde no pré-natal e também no parto, principalmente em aldeias de difícil acesso. De acordo com o último levantamento do Distrito, atualmente existem cadastradas no DSEI 78 parteiras, sendo que 95% delas também são Agentes Indígenas de Saúde (AIS).
A metodologia utilizada na qualificação será a participativa baseada na educação popular. Assim, durante o curso, além das orientações sobre as principais doenças e complicações com recém-nascidos e a identificação de casos de gestação de risco, as parteiras irão relatar casos de partos que fizeram e descrever seus conhecimentos tradicionais relacionados à gestação e ao parto: como a concepção cultural de cada etnia sobre a gestação, o uso de ervas medicinais e restrições alimentares durante a gravidez e puerpério (pós-parto). O evento contará com a participação de um consultor do Ministério da Saúde, dois facilitadores do DSEI Leste e duas médicas pediatras.
Sobre o DSEI Leste de Roraima – O Distrito Sanitário Especial Indígena Leste de Roraima é a unidade gestora descentralizada do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena, responsável por organizar e prestar o atendimento básico de saúde aos indígenas que vivem na região leste e norte de Roraima, inclusive nas aldeias na fronteira com a Venezuela e a Guiana. A população atendida pelo Distrito é de cerca de 40 mil índios, de 12 etnias diferentes, com predominância da etnia Makuxi, seguida da Wapixana.

Bebê nasce com 6 pernas




Segundo médico que não quis se identificar, disse que o menino sofre de uma rara condição genética que atinge um recém-nascido a cada 1 milhão ou mais. Conforme o hospital, o menino nasceu há uma semana,”e os médicos estão examinando a criança para planejar o tratamento necessário para salvar a vida do bebê e garantir que ele tenha uma vida normal”, diz nota oficial do governo paquistanês . 


AFP/Foto: AFP

RIO CACHOEIRA EM ESTADO DE CALAMIDADE


Uma cena triste e lamentável vem sendo presenciada por quem caminha pelas margens do Rio Cachoeira, no trecho que corta o centro de Itabuna: trata-se da morte de milhares de peixes pela falta de oxigênio, agravada pela estiagem. Sob a chamada “ponte velha”, por exemplo, é assustador o “tapete” de peixes mortos boiando nas águas fétidas do rio.
A degradação do Cachoeira resulta principalmente da falta de política de saneamento básico no município. A cidade joga quase 100% de seus dejetos diretamente no rio, sem tratamento, cometendo um crime ambiental que o transforma num canal a cada dia mais poluído.
O mau cheiro contamina o ar ao longo do rio durante o dia e grande parte do centro da cidade e bairros adjacentes à noite. Sem ação efetiva para retirar o esgoto do rio e o lixo de suas margens, a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) mantém na conta de água a cobrança da taxa de coleta e tratamento de esgoto.
Estiagem acentua a poluição do Rio Cachoeira 
(foto Luiz Conceição/Pimenta)

domingo, 22 de abril de 2012

Edimilson Migowski: Uma vergonha nacional chamada dengue


Rio - Dengue é a doença do descaso e da ignorância. Embora seja uma das doenças mais bem estudadas, continua fazendo vítimas em mais de 100 países. No Brasil não é diferente, e a cada ciclo de anos epidemias comprovam a fragilidade do sistema público de saúde e ineficiência dos programas de prevenção. As estatísticas atuais sobre os gastos com saúde mostram que 80% dos recursos do setor têm como destino o tratamento de doenças, internações, cirurgias e medicamentos. Apenas 20% são destinados à prevenção, basicamente exames para detecção precoce de doenças. No Brasil, a prática médica é assistencialista, previne-se pouco.

Desde a epidemia nos anos 1986 e 1987, no Rio de Janeiro, já decorreram quase 30 anos, ou seja, houve tempo suficiente para tentar, errar, corrigir, acertar, mas todos (poder público e população) parecem ter optado por errar e errar!

O momento é preocupante e a constatação de pessoas com o vírus da dengue tipo 4 aumenta a minha ansiedade e algumas perguntas precisam ser respondidas: onde estão os recursos? Onde estão os guardas de endemias? Onde estão os carros e equipamentos? Onde estão os folhetos educativos? Quando ocorrerão os cursos de capacitação dos professores e profissionais de saúde?

No momento da epidemia buscar culpados parece insensato, pois centenas de milhares de pessoas sofrem, milhares sendo internadas e centenas perdendo suas vidas. Terminada a crise, aqueles que saíram incólumes esquecem rápido, a imprensa nada noticia, o problema é deixado de lado e a busca pelos culpados e a correção dos equívocos não são feitas. O tempo passa, e após alguns anos o sofrimento se repete.

Em determinados momentos o poder público se vangloria com a redução do número de casos, quando deveria FOCAR o controle efetivo do vetor. Se em uma dada região não tem dengue, mas tem um percentual enorme de casas com o mosquito transmissor, a ausência de epidemia, ou mesmo de casos, não é por competência, e sim por sorte. Ausência de notificação pode ser por erro no diagnóstico, falha em notificar, por esgotamento das pessoas vulneráveis ao vírus que esteja em circulação. Portanto, mais uma vez o FOCO tem que ser o combate às larvas do mosquito.

Ressalto que 90% dos criadouros estão nas casas e arredores, como caixas d’água, pneus, latas e garrafas pet. Se a população fizer a parte dela tudo será diferente, porém a população precisa ser liderada, orientada, educada, informada, enfim precisa de campanhas bem feitas.

AGENTE DE SAÚDE TENTA SUICÍDIO.

O agente se saúde de Jardim do Seridó-RN, popularmente conhecido por “Edson da Saúde”, morador do Bairro COHAB, tentou contra sua própria vida, ingerindo uma grande quantidade dos medicamentos, “Sertralina 50mg” e “Dromazepam”.




Após ter recebido os primeiros socorros no HMRM (Hospital e Maternidade Dr. Ruy Mariz) em Jardim do Seridó, o profissional da saúde foi transferido para cidade de Caicó, onde foi submetido à lavagem estomacal, e posteriormente internado em observação.

Segundo comentários de colegas da área da saúde, o rapaz estava passando por problemas de depressão, e havia sido remanejado do seu posto de trabalho. O fato aconteceu nesta última sexta-feira.

Do Blog: Se esse rapaz estava com esse problema de saúde, então porque ele não foi afastado para tratamento? A saúde de Jardim do Seridó está mesmo na UTI!


FONTE: BLOG BARRA PESSADA


NO BRASIL INTEIRO TEMOS COMPANHEIROS COM PROBLEMAS DE SAÚDE, SEM TER A MINÍMA ATENÇÃO DA SAÚDE DOS MUNICÍPIOS, ISSO É UMA VERGONHA.


BIO ACS
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