terça-feira, 20 de setembro de 2011

"Eu sou 12 por 8" é uma campanha humanitária criada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia para conscientizar a população sobre os benefícios de manter a pressão arterial em níveis adequados e sobre os riscos da hipertensão. Hoje, no Brasil, existem mais de 30 milhões de hipertensos que precisam entender e cuidar da sua saúde para viver mais e melhor.
A pressão alta não controlada é a principal causa das duas doenças que mais matam no Brasil: o acidente vascular cerebral e o infarto do miocárdio. A cada ano, 300 mil brasileiros são vitimados pelas doenças cardiovasculares, principalmente causadas pela hipertensão. Um número 2 vezes maior que as mortes causadas por câncer de todos os tipos, 3 vezes mais que aquelas devidas a acidentes e 4 vezes maior que as causadas por infecções, incluindo a AIDS.
O grande desafio da campanha “Eu sou 12 por 8” é que as pessoas percebam os benefícios de ter uma pressão normal ou controlada e a gravidade da hipertensão não tratada, façam um diagnóstico precoce e não abandonem o tratamento. No Brasil, estima-se que apenas 10%, dos cerca de 30 milhões de hipertensos existentes, façam o controle adequado da hipertensão.

http://www.eusou12por8.com.br


VACINA CONTRA POLIOMELITE É PRORROGADA ATÉ O DIA 30 DE SETEMBRO



Com a segunda etapa da campanha, que teve início em 1º de agosto, 146 mil crianças menores de cinco anos já foram imunizadas contra a poliomielite na capital baiana, o que representa uma cobertura de 84%. Com o slogan "Seu filho quer duas gotinhas da sua atenção", a meta é chegar aos 95% dos 173.644 menores que fazem parte do público alvo. Já contra o sarampo, 160 mil crianças com idade entre um e menores de sete anos já foram imunizadas. 


A primeira fase da campanha foi realizada entre 13 de junho a 15 de julho. Quem já recebeu a primeira dose da vacina também deve tomar a segunda dose. 

O objetivo da vacinação é evitar a reintrodução da doença no país. A paralisia infantil é causada pelo poliovírus e pode ser transmitida por fezes infectadas e, em casos raros, pelo ar. O vírus se desenvolve na garganta ou intestino e pode se disseminar na corrente sanguínea, atacando o sistema nervoso central da criança.


Sarampo - Durante todo o ano, a vacina contra o sarampo é oferecida nos postos de saúde da prefeitura para pessoas maiores de um ano, com exceção de gestantes. Quem vai viajar para o exterior também deve atualizar a caderneta de vacina. O indicado é tomar a dose contra o sarampo ao menos 15 dias antes da viagem.

Tipos de olheiras


Dermatologista explica a causa do "olhar de panda" 
e mostra soluções para o problema







Tem hora que nem corretivo, base e toda a maquiagem do mundo dão jeito nas temídas olheiras. Além de nos deixarem com aspecto mais cansado e envelhecido, elas podem ser causadas por outros fatores, além da fadiga. A dermatologista Carolina Ferolla, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que existem pelo menosquatro tipos de olheiras, causadas por mudanças no nosso organismo e que devem ser tratadas de maneiras diferentes.





Alguns fatores externos também podem piorar o problema, como exposição exagerada e sem proteção ao sol, alguns remédios, o álcool e o sal em excesso nas comidas. Apesar de haver muitos paliativos, as olheiras não são 100% curáveis e os tratamentos estéticos precisam ser refeitos regularmente, em conjunto com a mudança de hábitos ruins. Segundo Carolina, apenas um procedimento cirúrgico garante o desaparecimento total do terrível "olhar de panda".



TIPOS DE OLHEIRAS



Constitucionais: são olheiras acastanhadas e fundas caracterizadas pela anatomia da face.

O globo ocular fica alojado em um orifício que, neste caso, é anatomicamente mais profundo

e recoberto por uma pele muito fina que permite transparecer a sombra da cavidade.

Muito comum nas etnias indiana e árabe. Os tratamentos para clarear e suavizar

olheiras desse tipo são geralmente lentos e apresentam resultados pouco perceptíveis.

O laser (luz intensa pulsada) e o preenchimento com ácido hialurônico pode ser uma

boa opção para este caso.




Melânicas: olheiras acastanhadas causadas pelo acúmulo de melanina

(pigmento que fornece o tom a pele), que, por sua vez, é desencadeado pelo

excesso de sol ou estímulo hormonal. Os tratamentos que favorecem a

despigmentação apresentam bons resultados no clareamento

e suavização desse tipo de olheiras.





Sanguíneas: olheiras arroxeadas causadas por acúmulo de hemoglobina

(pigmento sanguíneo) ou produtos de sua degradação (bilirrubina, biliverdina e ferro).

Os tratamentos que favorecem a microcirculação e agem como quelantes de ferro

apresentam bons resultados no clareamento e suavização desse tipo de olheiras.



Vasculares: olheiras azuladas causadas por excesso de retenção de fluidos.
Tendem a agravar-se em situações de stress e cansaço, quando a circulação
sanguínea da região torna-se parcialmente comprometida. Os tratamentos que
favorecem a microcirculação apresentam bons resultados no clareamento e
suavização desse tipo de olheiras.
Leia também:

De olho nas olheiras - Para deixar você descansada, e com a aparência menos abatida, 
fomos atrás dos tratamentos mais eficazes.
Xô, olheiras! - Livre-se daquelas indesejáveis manchas escuras sob os olhos
Mitos de beleza - A beleza exige sacrifícios e artifícios, mas todo cuidado é pouco!
Fonte:http://msn.bolsademulher.com/beleza/tipos-de-olheiras-107450.html


BLOG DO IRINEU MESSIAS

segunda-feira, 19 de setembro de 2011


  • Tubarões podem esconder chave no combate a vírus humanos

  • de6de9d6dbadf9ce18b37e87bbb13a5b 300x146 Tubarões podem esconder chave no combate a vírus humanos
    O composto encontrado nos tubarões poderia combater doenças da hepatite à febre amarela

    Os tubarões são criaturas primitivas, mas seus corpos produzem uma substância sofisticada que demonstra ter características promissoras no combate a um amplo leque de vírus que atacam os seres humanos, da hepatite à febre amarela, informaram cientistas em um estudo divulgado esta segunda-feira (19).
    O composto, denominado esqualamina, foi descoberto em 1993, mas o estudo, publicado na revista Proceedings of the National Academies of Sciences, é o primeiro a explorar seu potencial uso contra vírus humanos.
    Os cientistas testaram a esqualamina, produzida a partir do fígado do cação-espinho (‘Squalus acanthias’), em laboratório e em cobaias. Eles descobriram que a substância inibe ou controla infecções virais e em alguns casos pareceu curar os animais dos males que sofriam.
    A esqualamina foi sintetizada em laboratório em 1995 e não é mais extraída dos tubarões.
    O projeto começou quando o chefe das pesquisas, Michael Zasloff, professor de cirurgia e pediatria do Centro Médido da Universidade de Georgetown, enviou amostras de esqualamina a uma série de laboratórios ao redor dos Estados Unidos para teste.
    As culturas de tecido mostraram que a substância é capaz de “inibir a infecção de células humanas de vasos sanguíneos pelo vírus da dengue e de células do fígado de se infectarem com hepapite B e D”, destacou o estudo.
    Pesquisas feitas em animais demonstraram que o composto controlou a febre amarela, o vírus da encefalite equina oriental e o citomegalovírus murino, um tipo de vírus herpes que afeta roedores.
    “É, claramente, uma droga promissora, e diferente em seu mecanismo de ação e estrutura química, de qualquer outra substância atualmente investigada para tratar infecções virais”, disse Zasloff.
    “Nós ainda não otimizamos a dose de esqualamina em quaisquer dos modelos animais que estudamos e, assim, ainda não conhecemos os benefícios máximos terapêuticos e protetores que podem ser ativados nestes sistemas”, acrescentou.
    “Mas estamos suficientemente convencidos da promessa da esqualamina como agente antiviral e por isso pretendemos levar este composto aos humanos”.
    A esqualamina é segura para uso em humanos e tem sido considerada uma ferramenta em potencial para combater o câncer e doenças oculares. Alguns testes clínicos para este fim estão em andamento.
    “Em alguns dos testes iniciais, a esqualamina demonstrou uma atividade significativa e promissora, tanto em algumas formas de câncer quanto na retinopatia diabética”, explicou Zasloff à AFP por e-mail.
    O cientista descobriu a esqualamina em 1993 e também é conhecido por suas pesquisas sobre as propriedades antibióticas naturais da pele do sapo.

    Pesquisa mostra que maioria dos brasileiros já comprou produtos piratas

    Entre 2010 e 2011, 6 milhões de pessoas passaram a comprar pirataria. O mais alarmante é que nas classes mais altas da população, o número de pessoas que admitem ter comprado produtos piratas aumentou muito.


    O número de brasileiros que admitem comprar produtos falsificados aumentou, no último ano. E até quem ganha mais passou a gastar com pirataria.
    Nunca tantos brasileiros consumiram tanta pirataria. Só este ano, foram mais de 74 milhões de pessoas contribuindo para o comércio ilegal.
    Pela primeira vez, uma pesquisa do Instituto Ipsos, encomendada pela Fecomércio, apontou que mais da metade da população acima de 16 anos admite já ter comprado algum produto falsificado.
    E esse tipo de consumo cresceu no último ano. Entre 2010 e 2011, 6 milhões de pessoas passaram a comprar pirataria. O mais alarmante, segundo os pesquisadores, é que nas classes mais altas da população, o número de pessoas que admitem ter comprado produtos piratas aumentou muito. De 47% em 2010 para 57% neste ano.
    Os consumidores com maior renda têm consciência das consequências de cada compra ilegal. Cerca de 80% disseram acreditar que a pirataria prejudica a indústria e o comércio e também alimenta a sonegação de impostos.
    Um tributarista fez os cálculos. De uma mercadoria que custa R$ 100, em uma loja de médio porte, R$ 28 vão para o pagamento de impostos, que devem ser aplicados pelo governo em educação, saúde, habitação e segurança, por exemplo; R$ 15, o comerciante usa para pagar outros tributos, como o impostos de renda. Do restante, tem que pagar os salários dos empregados e os gastos com luz, telefone, aluguel.
    “Vai possibilitar que, sobretudo o pequeno e o médio empresário, expandam seus negócios, pratiquem uma melhor negociação de salário, fazendo a economia girar”, diz o advogado tributarista Luiz Gustavo Bichara.
    “Em um determinado momento essa ilegalidade vai voltar contra o cidadão. Então é melhor começar a frear, por questão de educação e cidadania”, diz o comerciante Anaor Antunes.


    http://g1.globo.com

    Reaproveitamento de pneus ajuda a diminuir foco do mosquito da dengue no Recife

    O Brasil produz cerca de 67 milhões de pneus por ano. O descarte de forma errada é uma ameaça para o meio ambiente.


    Uma ideia desenvolvida no Recife está ajudando a diminuir a proliferação do mosquito da dengue. E com um benefício enorme para o meio-ambiente.
    Montanhas de pneus velhos lotam o galpão da coleta seletiva do Recife. Todos dias três caminhões chegam abarrotados. Eles passam de bairro em bairro recolhendo a moradia preferida do mosquito da dengue.
    “Ele é o berçário ideal para o mosquito da dengue. Ele dá sombra e a água, então isso aqui é tudo o que o mosquito da dengue quer para se proliferar”, diz Otoniel Freire Barro, gerente de saúde ambiental.
    O Brasil produz cerca de 67 milhões de pneus por ano. O descarte de forma errada é uma ameaça para o meio ambiente.
    Transformar lixo e problema em matéria-prima e lucro. A tecnologia tem sido uma aliada importante pra vencer este desafio. E o melhor, é que do pneu tudo se aproveita. Em uma empresa no Recife, 100% dos velhos pneus viram novos produtos.
    A tecnologia foi adaptada por uma organização ambientalista. Os pneus são cortados e colocados em caldeiras a 400 graus de temperatura. Derretidos 200 pneus dão origem a 250 litros de óleo, 300 quilos de carvão mineral, 150 quilos de aço e geram outro produto que não dá pra ver: o gás que é usado para alimentar as caldeiras.
    O carvão e o óleo voltam para as indústrias como combustível. O aço é aproveitado pelas metalúrgicas.
    O pneu triturado é usado na produção do asfalto de borracha. O caminhão ecológico percorre as ruas do Recife tapando buracos. A primeira camada é de brita. Depois, uma mistura com asfalto e, por último, a camada com os grãozinhos de pneus.
    Os testes indicam que o asfalto de borracha pode durar entre três e cinco anos. E de buraco em buraco, segundo a empresa, cada caminhão ecológico vai retirando da natureza 21 mil pneus por ano.


    http://g1.globo.com

    JN no Ar decola rumo a Porto Seguro

    A reportagem vai falar de um litígio que se arrasta há mais de dez anos na aldeia mais antiga dos pataxós: a Barra Velha. Lá, cerca de mil pessoas da comunidade indígena ocupam 8,6 mil hectares. E eles querem ampliar a reserva para 52 mil hectates.

    Nós vamos decolar para Porto Seguro e vamos até a região dos índios que viram a chegada de Cabral. Na verdade, os índios que testemunharam a descoberta do Brasil eram os tupiniquins, que não existem mais, foram extintos.
    Nas terras que eles ocupavam, hoje vivem os pataxós, também presentes em outras regiões do sul e extremo sul da Bahia.
    Vamos falar de um litígio que se arrasta há mais de dez anos na aldeia mais antiga dos pataxós: a Barra Velha. Lá, cerca de mil pessoas da comunidade indígena ocupam 8,6 mil hectares. E eles querem ampliar a reserva para 52 mil hectates, seis vezes e meia maior.

    Na região há mais de cem propriedades rurais, assentamentos de reforma agrária e o Parque Nacional do Monte Pascoal, uma das últimas áreas de Mata Atlântica em bom estado de conservação no litoral baiano.

    O Jornal Nacional vai falar dessa discussão nesta terça-feira (20), com o apoio da Rede Bahia, afiliada da Rede Globo.


    http://g1.globo.com

    CONVITE





    Dias 21 e 23 de setembro (quarta e sexta próximas), no Centro de Cultura Adonias Filhos, em Itabuna, haverá o lançamento do filme “Doce e Amargo”, às 20 horas. Venha e traga os amigos. A entrada é gratuita.
    “Doce e Amargo” foi escrito e dirigido por Fernando Caldas e tem no elenco Aldo Bastos, Ramon Vane, Evaldo Batista, Marcelo Lobo, Sônia Amorim, Yára Lima, Marquinhos Nô, Fátima Lopes, Walmir do Carmo, além da participação especial de Carlos Ngão. “Doce e Amargo” é o primeiro longa-metragem produzido na região sulbaiana.
     Doce e Amargo, dias 21 e 23 de setembro, 20 horas, Centro de Cultura Adonias Filhos, Entrada franca.




    Comissão sobre agentes de saúde ouve ministérios do Planejamento e da Saúde


    A comissão especial que analisa a definição de um piso salarial nacional para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias realizará reunião nesta quarta-feira (21) para discutir a proposta com representantes dos ministérios do Planejamento, da Saúde e da Casa Civil. Também foram convidados representantes da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (Conacs). A reunião será realizada às 9 horas, no auditório Nereu Ramos.
    A comissão especial foi criada para avaliar o Projeto de Lei 7495/06, do Senado, que regulamenta as atividades dos agentes e cria cargos na Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Diversas outras propostas tramitam em conjunto, como o PL 6111/09, que define o piso nacional da categoria em R$ 930 mensais para profissionais com formação em nível médio.
    A Emenda Constitucional 63, de fevereiro de 2010, estabelece que uma lei federal definirá o regime jurídico, o piso salarial nacional, as diretrizes para os planos de carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. Segundo essa emenda, caberá à União prestar assistência financeira complementar aos estados e aos municípios para o cumprimento do piso salarial.

    O debate foi proposto pelos deputados Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE) e Romero Rodrigues (PSDB-PB).
    Seminários estaduaisNesta terça-feira (20), a comissão vai avaliar os resultados dos seminários que realizou em diversos estados. A reunião será realizada às 14 horas, no Plenário 16.

    Íntegra da proposta:

    AS IMPORTÂNCIAS DAS VACINAS


    As vacinas são um recurso valioso para a saúde em todas as idades. Elas ajudam a amenizar ou mesmo evitar diversas doenças.
    Atualmente, existem 4 tipos de vacinas: (1) vacina de vírus vivos atenuados (exemplo: vacina contra catapora e MMR); (2) vacina de vírus ou bactérias inativados; (3) vacinas contendo toxinas produzidas pela bactéria: as vacinas contra tétano e difteria são vacinas de toxinas; e (4) vacinas biossintéticas (exemplo: vacina contra HIB).
    A maioria das vacinas deve ser aplicada antes do bebê completar o segundo ano de vida. Como surgem novas vacinas a cada dia, o ideal é acompanhar as campanhas e conversar com o pediatra sobre o calendário de vacinação.
    Em todo caso, a tabela abaixo oferece uma boa visão geral das vacinas mais comuns na infância:
    Recém nascido
    • 1ª dose da vacina BCG
    • 1ª dose da vacina contra Hepatite B
     1 mês
    • 2ª dose da vacina contra Hepatite B
     2 meses
    • 1ª dose da vacina contra Poliomielite (“Gotinha”)
    • 1ª dose da vacina Tríplice DPT (contra difteria, tétano e coqueluche)
    • 1ª dose da vacina contra Hemófilo
     4 meses
    • 2ª dose da vacina contra Poliomielite
    • 2ª dose da vacina Tríplice DPT
    • 2ª dose da vacina contra Hemófilo
     6 meses
    • 3ª dose da vacina contra Poliomielite
    • 3ª dose da vacina Tríplice DPT
    • 3ª dose da vacina contra Hemófilo
    • 3ª dose de vacina contra Hepatite B
     12 meses
    • Dose única da vacina contra catapora
    • 1ª dose da vacina contra Hepatite A
     13 meses
    • 2ª dose da vacina contra Hepatite A
     15 meses
    • 1ª dose da vacina MMR (tríplice viral contra sarampo, rubéola e caxumba)
     18 meses
    • Dose de reforço da vacina Tríplice DPT
    • Dose de reforço da vacina contra Poliomielite
    • 3ª dose da vacina contra Hepatite A
     3 a 6 anos
    • Dose de reforço da vacina Tríplice DPT
    • Dose de reforço da vacina MMR (entre 4-6 anos)
    • Dose de reforço da vacina contra Poliomielite
     6 anos
    • Dose de reforço da BCG
     10 a 12 anos
    • Dose de reforço da vacina MMR
    Os esquemas de imunização podem variar de acordo com situações especiais. Por exemplo, crianças com asma, fibrose cística, anemia falciforme, HIV ou diabetes devem ser vacinadas contra gripe anualmente – ainda que a vacina contra gripe não faça parte do calendário vacinal da infância.
    Vacinas contra Hepatite A costumam ser indicadas para crianças que viajam ao exterior e para os membros de uma família ou creche onde haja pessoas infectadas. E daí em diante.
    Descubra agora um pouco mais sobre estas e outras vacinas:
    A Gotinha
    A “gotinha” é a forma oral da vacina contra Poliomielite. A Poliomielite, também chamada Pólio, é uma doença viral gravíssima capaz de deixar seqüelas incapacitantes ou mesmo causar a morte da criança.
    A vacina oral para Pólio em geral é administrada aos 2 meses, 4 meses, 6 meses e 4 anos de idade. A proteção é superior a 90%.
    Se o bebê fez muita pirraça na hora, cuspiu ou vomitou e você não tem certeza se ele engoliu direitinho a vacina, insista para que ele receba uma nova dose.
    BCG
    A BCG é a vacina que evita a Tuberculose. Ela possui uma eficácia protetora superior a 80%. O Ministério da Saúde no Brasil recomenda que a primeira dose de BCG seja aplicada a partir do primeiro mês de vida ou durante o primeiro ano de vida. A dose de reforço é administrada após os 10 anos de idade.
    Na maioria das pessoas, a vacina deixa uma pequena cicatriz plana no local da aplicação.
    Vacina Tríplice DPT
    A vacina tríplice DPT protege o bebê contra Difteria, Tétano e Coqueluche (também chamada Pertussis).
    A Difteria é uma doença respiratória que pode causar problemas pulmonares graves, insuficiência cardíaca, paralisia e até mesmo morte.  O Tétano também é uma doença grave e quase sempre letal.  A Coqueluche caracteriza-se por acessos de tosse violentos que podem se repetir por várias semanas. A doença pode evoluir para pneumonia, convulsões e até mesmo morte
    O esquema da tríplice DPT consiste em 5 aplicações, que em geral são feitas aos 2 meses, 4 meses, 6 meses, 15 meses e 4 anos de idade. Esta vacina costuma causar efeitos colaterais leves, tais como febre, perda do apetite, fraqueza, vermelhidão e dor no local da injeção. Boa parte destes efeitos decorrem do componente Pertussis da vacina. Felizmente, complicações mais graves são raras e algumas crianças não sofrem qualquer efeito colateral.
    A aplicação da vacina DPT pode ser adiada se a criança estiver muito doente (atenção: resfriados e gripes não impedem a criança de ser vacinada) e naquelas com epilepsia ou outros transtornos convulsivos (estes casos, indica-se uma dose da vacina sem o componente Pertussis).
    A vacina DPT também deve ser adiada se, 2-7 dias após a aplicação anterior da vacina, a criança tiver apresentado convulsões, reações alérgicas, dificuldade para respirar ou febre acima de 40 graus.
    Vacina MMR
    A vacina tipo MMR protege o bebê contra três doenças causadas por vírus: Sarampo (do inglês measles), Caxumba (do inglês mumps) e Rubéola. A proteção é superior a 90% e, no caso da Caxumba e da Robéola dura toda a vida. A proteção contra Sarampo dura 10-15 anos.
    O Sarampo pode resultar em infecções de ouvido, pneumonia e morte. A Caxumba se caracteriza por febre, dores de cabeça e aumento do tamanho das glândulas parótidas, localizadas do lado do rosto, próximas aos ouvidos. A caxumba é uma doença potencialmente fatal. Em meninos e homens, ela pode afetar os testículos e resultar em infertilidade.
    Finalmente, a importância da vacinação contra Rubéola está na proteção da geração seguinte, uma vez que, em mulheres grávidas, a rubéola pode causar defeitos congênitos graves ou mesmo a morte do bebê.
    As aplicações de MMR são feitas em duas doses: a primeira aos 12-15 meses, e a segunda entre os 4-6 anos de idade. Os principais efeitos colaterais da vacina incluem febre, erupções na pele (exantemas) e dores articulares. A erupção na pele em geral desaparece sozinha.
    As aplicações de MMR podem ser adiadas nas seguintes situações:
    1. Se a criança estiver muito doente. Atenção: resfriados e gripes não impedem a criança de ser vacinada.
    2. A vacina não deve ser aplicada em crianças com alergia a ovos, gelatina ou neomicina (um antibiótico bastante comum).
    3. Também não deve ser aplicada em crianças que receberam gama-globulina nos últimos 3 meses e naquelas com problemas imunológicos relacionados a câncer, leucemia  ou linfoma.
    4. Crianças em uso de prednisona, corticosteróides, drogas imunossupressoras, quimioterapia ou radioterapia também não devem tomar MMR. 
    Vacina Contra Hemófilo (HIB)
    A bactéria Haemophilus influenzae tipo B (HIB) pode causar pneumonia, meningite, edema na garganta, infecção no ouvido e outras infecções sérias. Todos estes distúrbios são mais comuns em crianças com menos de 5 anos de idade.
    As vacinas contra HIB devem ser administradas aos 2 meses, 4 meses e 6 meses de idade. Uma dose de reforço deve ser dada entre os 12 e 15 meses. Em geral, os efeitos colaterais são pequenos, tais como vermelhidão e dor no local da vacina.
    A aplicação da vacina HIB pode ser adiada caso a criança se encontre muito doente ou tenha apresentado reações alérgicas à mesma vacina em aplicações anteriores.
    Vacina contra Hepatite B
    A Hepatite B é uma doença viral que pode provocar insuficiência hepática, doença hepática crônica, cirrose ou mesmo câncer de fígado. A vacina contra hepatite B surgiu em 1982 e oferece uma proteção de 85-95% por cerca de 7-9 anos.
    O esquema vacinal consiste em 3 doses: a primeira pode ser dada logo após o nascimento. Se a mãe for portadora do vírus da hepatite B, a vacina deve ser administrada ainda nas primeiras 12h de vida. Se a mãe não for portadora do vírus, a primeira dose pode ser administrada na primeira visita ao pediatra. A segunda dose é dada 1-2 meses após a primeira, e a terceira dose é dada 6 meses depois.
    A vacina contra Hepatite B pode ser administrada durante as campanhas de imunização, junto com outras vacinas. Os Efeitos colaterais são raros. Algumas crianças podem apresentar febre baixa, vermelhidão e inchaço no local da vacina. As contraindicações para vacina contra Hepatite B são as mesmas citadas para vacina contra hemófilo. 
    Vacina contra Pneumococos
    A vacina pneumocócica conjugada protege contra infecções causadas por uma bactéria chamada pneumococcus. Os Pneumococos podem causar pneumonia, meningite e infecções de ouvido. A proteção dura cerca de 3 anos e o esquema vacinal consiste em 4 doses, dadas aos 2 meses, 4 meses, 6 meses e entre os 12-15 meses de idade. Após a aplicação, febre, vermelhidão, dor e inchaço no local da vacina são comuns.
    A vacina antipneumocócica conjugada está indicada para crianças entre 2-5 anos de idade que sejam portadoras de anemia falciforme, HIV/AIDS, diabetes ou câncer.  
    Crianças com problemas no baço ou que tiveram o baço retirado cirurgicamente, e aquelas em uso de corticóides ou quimioterapia também devem receber doses de reforço da vacina.
    As contraindicações para vacina antipneumocócica são as mesmas citadas para vacina contra hemófilo.
    Vacina contra Catapora
    A vacina contra catapora deve ser administrada entre os 12 e 18 meses de idade. Crianças mais velhas que ainda não tiveram catapora também podem ser vacinadas.
    Reações graves são extremamente raras. Vermelhidão e dor no local da vacina são as reações comuns. Febre, fadiga e erupções na pele (parecendo catapora) também podem ocorrer. A erupção pode surgir até 1 mês após a injeção, dura alguns dias e desaparece sozinha, sem necessidade de qualquer tratamento.
    A vacina contra catapora pode ser adiada caso a criança se encontre muito doente; apresente alergia a gelatina ou ao antibiótico neomicina; possua problemas imunológicos relacionados ao câncer, leucemia ou linfoma; estiver tomando prednisona, corticosteróides, drogas imunossupressoras, sob quimioterapia ou radioterapia; ou tiver recebido gama-globulina nos últimos 3 meses.
    Referências:
    1. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde – diretrizes diversas.

    2. MayoClinic.com. http://www.mayoclinic.com/print/vaccines/CC00014/METHOD=print

    3. National Institute of Allergy and Infectious Diseases. http://www3.niaid.nih.gov/topics/vaccines/understanding/

    4. U.S. Food and Drug Admnistration. http://www.fda.gov/consumer/updates/kidsvaccines073107.html
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